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Arquivo da Categoria ‘Rock’
13 fev

Novos Radicais

Na longínqua década de 90, tivemos a oportunidade de ouvir um som pop que não soasse tão pop assim.

Falo da banda estadunidense New Radicals que conquistou seu auge ao lançar o single “You Get What You Give”.

A banda era legal, mas eu nunca tinha procurado saber sobre a mesma, eu estava mais ligado na época nas bandas brazucas (que para mim se resume na época de ouro do rock nacional, mas não vem ao caso) como raimundos, planet hemp, Negritude Jr. er… apagar e estava começando a desbravar novamente o rock internacional. Digo novamente, pois quando era pequeno ouvia Pink Floyd, Information Society e uma porrada de bandas graças ao filho da minha madrinha que era skatista (alé, óbvio de várias bandas punks).

Foco no assunto.

Daí no começo dos anos 2000 (antes do advento da internet para todos) ouvi o boato de que o vocalista AND front leader AND único integrante fixo Gregg Alexander, (se bem que a atriz Danielle Brisebois participou ativamente das apresentações, inclusive chegando a aparecer no clipe da obra prima do único álbum lançado da banda, a Someday we’ll know) havia morrido.
Eu bem que eu acreditei por anos, mas para minha surpresa o cara não morreu! Pelo menos para os holofotes sim, ele preferiu se dedicar a compor e produzir músicas, inclusive surpreendentemente produziu a faixa Game of Love do Santana com a Michelle Branch.

Discografia:

Maybe You’ve Been Brainwashed Too


Someday we’ll know

Categories: Pop, Rock, Sem categoria Tags: ,
15 dez

O que osso #4

Olá amiguinhos, com vocês mais um post de utilidade pública onde respondo à pergunta que vocês não fizeram!

Essas semanas tenho escutado muito minhas novas aquisições, desde a trágica perda dos meus 20GB de música.

Sia

Essa moça das Austrália é muito competente, ainda devo um surubando sobre  último álbum dela, mas dessa vez consegui os anteriores e estou ouvindo loucamente.

Au Revoir Simone

Num dos posts anteriores falei delas naquele clipe fofo cozinhando, esse trio é impressionate pela simplicidade das músicas e sempre ter uma batidinha que me lembra um sambinha ou bossa nova.

Contreband

Uma das bandas francesas que achei no Jamendo nas minha sbuscas por musique française, não possuo arrependimentos por ter baixado esse álbum. Ótimo disco de rock na língua da terra do croissant.

13 dez

Gordelícias musicais

Inspirado pelo blog de encher os olhos das versadas em comidinhas deliciosas Raquel, Carol e a Fabiana , onde vemos coisas interessantes sobre comida AND receitas básicas para fazer umas “gordelías” (como elas chamam todas as coisas gostosas e engordativas [ou não]), trago algumas indicações e clipes de música misturados com… COMIDA!

Eu até andei me aventurando com minhas receitas (aprendidadas no blog) por lá.

Hahaha nada mais lindo para um gordinho amante da música e da comida.

Au revoir Simone – Sad Song

Primeiramente uma música com um título “nadaver” mas bem bonitinho, sem contar as vozes das moças.

Björk – Venus as a boy

Essa rapariga por aqui já é figura fácil, só faz clipes bem produzidos e em sua maioria bem loucos. Esse não foge à regra.

Queens of the stone age – Sick sick sick

Essa a Rebeca vai gostar, na verdade eu também gosto. Além do clipe ser legal, é uma banda da qual eu gosto muito. Detalhe na moça muito faminta.

B-b-b-b-bonus track

Se você juntasse as mascotes das maiores redes de fst-food pra ir numa balada, o que aconteceria?
Deu nisso! (só não conheço o boneco de neve)

Rad Anthem – Official Music Video from Rad Omen

02 nov

O que é o que é? Screamo

YEEEEAHHH

Como a procura por este gênero musical neste humilde blog é IMENSA, resolvi começar esta categoria pelo famigerado Screamo. Divirtam-se!

E com vocês, a grande sabedoria da Wikipédia!

Screamo é um estilo musical com influências do hardcore e punk surgindo mais ou menos em 1990. Bastante agressivo e intenso, suas principais características são as batidas rápidas, guitarras harmônicas e rápidas e por conter muitos gritos seguidos por vozes melodicas (normais). O nome origina-se de Scream’o'Rama que significa “berro o tempo todo”, em comparação com as bandas de outros estilos que surgiam na época. Têm raízes melódicas e pode alternar partes guturais e agressivas com levadas mais compassadas ou lentas. Às vezes é confundido com metalcore ou até mesmo com post-hardcore pelas técnicas de berros, pois em alguns casos os dois estilos utilizam a técnica “drive” ou “throating” nos vocais.

O estilo surgiu nos Estados Unidos basicamente em 1999 e 2000, com bandas que se ramificaram a partir do post-hardcore, e hoje em dia possui várias bandas com várias propostas distintas, desde muito pesadas, agressivas e complexas até algumas que são mais voltadas para o lado melódico. Nos últimos anos o estilo têm adquirido muitos adeptos de vários ramos diferentes, o que têm dado às bandas uma característica muito peculiar, talvez até confusa. É comum também a classificação das bandas em vários estilos diferentes ao mesmo tempo, o que indica uma falta de identidade com o rótulo, que pode se misturar com post punk ou post-hardcore. Algumas bandas que servem de parâmetro são Envy, La Quiete, The Kodan Armada , Neil Perry, Saetia.”

Resumindo: GRITARIA.

Porém por vezes temos um gutural que se assemelha ao de uma garotinha do primário com medo de baratas, salvo algumas raras exceções.

Eu ainda prefiro os bons e velhos guturais do metal

Algumas bandas conhecidas:

Alesana

Underoath

Alexisonfire

Escape the Fate

Glória (BRAZUCA)

Para mais bandas acessem a listinha de bandas do gênero.

16 out

Ciclo Musical

John Lennon e George Harrison ressuscitaram, reagruparam os Beatles e formaram uma nova banda junto com o Pink Floyd.

Não, isso não é um filme sem pé nem cabeça. É apenas a música renascendo conforme seu melhor estilo e época.

A frase “Nada se cria, tudo se copia” é muito bem aplicada à música. Ela anda em círculos. Estilos antigos estão vindo à tona novamente, sempre com alguma modificação, mas com uma clara relação com os primórdios. Ou você acha que Michael Jackson não teve influência no som de Lady Gaga?

Isso não é novidade pra ninguém, mas o destaque aqui está justamente no primeiro parágrafo deste texto: a mistura de estilos.

Atualmente é comum uma nova banda aparecer e dizer que o som que fazem é uma mistura de rock, eletrônica e rap. Isso é interessante. E desastroso.

Alguns tipos de música não foram feitos para serem unidos a outros. Rock não combina com Samba, o Sertanejo não é compatível com o Trance, e música Gospel não tem ligação com Heavy Metal. Mas acredite, isso e muito mais já foi experimentado.

Porém, entre tantas tentativas frustradas, algumas bandas se saem bem e mostram que fizeram o dever de casa.

Uma delas é a que inspirou o começo deste texto. Você acha que ficaria estranho – ou até monótono – a junção de Beatles e Pink Floyd? Pois saiba que tentaram, conseguiram e o resultado saiu fantástico.

Tame Impala é o nome da banda que faz jus a esse bom e velho Rock’n’Roll. Uma banda nova, nascida em 2007, mas que mostra uma grande fidelidade a músicas antigas. Instrumentais psicodélicos e lentos que intercalam com aquela batida mais rápida e abafada da bateria de Ringo Starr.

Ouvir Tame Impala é como escutar uma nova música do Beatles e, ao passar para a próxima da lista, você se depara com uma composição nunca ouvida do Pink Floyd. Quando você percebe, já está escutando a voz de John Lennon e o baixo de Roger Waters numa mesma canção.

A banda joga um balde de água fria em muitos que dizem que o bom Rock’n’Roll não voltaria mais, que a música está em decadência e teremos de viver do passado. Ela mostra que o estilo não acabou, e está voltando com força para satisfazer saudosistas e amantes da boa música.

27 set

O que osso #3

Oi pessoal, época de eleições e quase férias no trabalho ou seja: Felicidade (não vou votar hahaha)

Essa semana ouvi mais o mp3 player do meu celular do que meu lindo iPod, só porque os fones do celular são um poucos mais práticos de guardar no trabalho. Como o espaço é reduzido e não cabe as zilhões de músicas que tenho no gadget do Macfag Master Jobs ( a única criação dele que presta na minha humilde opinião), tem algumas coisas que figuram nos meus preferidos.

Björk

Esse pingo de gente lá dos cafundós do gelo, além de ser muito simpática possui um tino musical muito apurado e uma voz poderosa inconfundível, pensei que tinha colocado o álbum Greatests Hits, mas acabei colocando o Volta, que também é muito bom. (a música começa aos 1:34 do vídeo)

The Dead Weather

A mais recente banda do irriquieto Jack White continua figurando entre as favoritas, mesmo eu não tendo ido muito com a cara do novo CD, o que está no celular é o antigo Horehound.

Naive New Beaters

Esses caras são simplesmente demais! Eletrorock de qualidade, uma loucura da boa. Destaque para as letras/raps e batidas epolgantes.

19 set

Surubando: Linkin Park – A Thousand Suns [2010]

Olá, seres estranhos!

Sim, eu cheguei, o seu pior pesadelo está presente agora também no Suruba Musical!

Chega, né?

Meu nome é Danilo Aguillar, algum de vocês podem ter me reconhecido pela participação que fiz no segundo Suruba Indica, ou até mesmo pelo blog que tenho com o Michel, o Miztureba, mas essa última opção acredito ser um pouco impossível…

Enfim, estou aqui através de um convite do Michel, e fico muito honrado com essa oportunidade. Prometo à todos que não atualizarei o blog com frequência, não responderei comentários e só farei este post. Eu sou preguiçoso.

Mas já falei demais, vamos ao que interessa.

Capinha mixuruca, hein?

Eu costumava dizer que era fã de Linkin Park. Tinha todos os CDs, sempre estava atento à novos singles, shows ou qualquer coisa ligada à banda. Até que fui crescendo e essa coisa de fã foi se esvaindo, então passei de alucinado para apenas um cara que curte o som de outros caras. Aí comecei a contar os minutos para a meia noite e… Bem, passei a ser um cara que não curte tanto assim o som de outros caras.

Até que, dia 15 de Setembro, descubro que no dia anterior o novo CD do Linkin Park havia sido lançado: A Thousand Suns. Com um resto de esperança de que a banda ainda voltaria a ser o que era, corri para a loja de CDs mais próxima de casa (uma loja chamada Pirate Bay, conhece?) e adquiri os Mil Sóis.

Eis as impressões que tive:

Primeira metade do CD: Cara de whatever.

1. The Requiem – Como de costume, a banda começa com um instrumental como intro, só para encher linguiça e dar início ao álbum.

2. The Radiance – Enchendo linguiça mais um pouco, outro instrumental…

3. Burning In The Skies – Enfim a primeira música de verdade. Pra mim, soou muito blé. Para os que não entenderam, troquem o blé por whatever. Se ainda não entenderam, é o seguinte: Sabe aquela música que não faz diferença nenhuma em sua vida? Aquela que não tem nada demais e muito de menos? Então, essa é uma música blé.

4. Empty Spaces – Outro instrumental. Mr. Hahn estava inspirado…

5. When They Come For Me – Dá pro gasto…

6. Robot Boy – Aqui a coisa começa a dar uma melhorada. É uma música agradável aos ouvidos, mas está longe (muito longe mesmo) de ser uma obra prima Linkin Parkiana.

7. Jornada Del Muerto – Mais uma instrumental. Já tá enchendo o saco, hein?!

Segunda metade do CD: Totalmente excelente!

8. Waiting For The End – Agora sim! Enfim uma música em que consegui soltar um palavrão e ficar entusiasmado. Chester com um vocal mais melódico, mas bem legal, e Mike mostrando um rap bem gostoso e animado.

9. Blackout – Há tempos não ouvia uma música nova do Linkin Park em que a força e a vontade da voz do Chester apareciam. Guitarra e vocal caminharam juntos nessa canção, os dois bastante agressivos. E Mr. Hahn mostrou que sabe fazer mais do que meros instrumentais para intro de discos.

10. Wrectches And Kings – Essa conseguiu me levar aos antigos CDs. Mostrou que a parceria entre Mike e Chester ainda é uma das melhores da música atual e que os caras não esqueceram como juntar a guitarra e a batida do rap.

11. Wisdom, Justice, And Love – Um instrumental para estragar a animação.

12. Iridescent – Uma música mais calminha, mas até gostosa de ouvir. Gostei do Mike cantando no começo, sempre gosto de saber que ele também canta bem e não fica apenas falando como a maioria dos rappers.

13. Fallout – Instrumental. De novo ¬¬.

14. The Catalyst – Muito boa, mesmo! É uma daquelas músicas que anima qualquer um. Dá vontade de pular, dançar, balançar a cabeça e cantar junto. Ótimo trabalho do japoneis com o background da canção.

15. The Messenger – Finalizando com uma linda demonstração da força da voz de Chester.

Considerações finais

Como puderam perceber, apenas uma parte do disco prestou. A primeira metade foi tempo perdido, muita coisa experimental que eles poderiam deixar para lançarem pela internet e observar a reação da galera.

A segunda metade me agradou bastante. Não mostra a fúria do Chester como no Hybrid Theory ou no Meteora, mas mostra que devagar ele está voltando às origens. Quanto ao Mike, ele sim mostrou que os velhos tempos permanecem e que sua animação e vontade ainda não acabaram.

O resto da banda mandou muito bem. Rob e sua intimidade com a bateria ainda perduram. Brad me surpreendeu com a evolução que teve com a guitarra. Mr. Hahn teve um espaço em especial nesse disco e pôde mostrar que domina muito o sampler, apesar do excesso de instrumentais me irritar. E o Dave (Phoenix), bem… Ainda espero o álbum em que o baixo realmente aparecerá.

30 ago

Preciosidades com mais de 20 anos

Se tem uma coisa que aconteceu na década de oitenta que não deixa muita vergonha no ar (alguém já viu as pavorosas ombreiras e penteados?), foi a música.

Hoje ao chegar do trabalho e desfrutar do meu desjejum nada frugal, apreciando meu néctar cafeinado ao som das maiores pérolas desta época. Tão bom que decidi deixar por aqui algumas indicações.

How Soon is Now? – The Smiths

Pet Shop Boys – Domino Dancing

(obs no casalzinho se amando na cachoeira)

The Cure – Just Like Heaven

Se lembrarem de mais algum, deixe nos cometários para um próximo post :D

30 jul

Sapatos vermelho-sangue

Se tem um duo de rock que eu posso dizer que é o contrário de White Stripes, esse duo é Blood red shoes.

Enquanto Steven Ansell faz uns lances legais na bateria, Laura-Mary Carter toca guitarra e canta com cara de quem não está nem aí pra nada. E o Steven também canta!

São dois britânicos que desde 2004 estão tocando por aí. A música é boa, mas o sotaqe deles nas entrevistas me irritam. Na verdade o sotaque britânico em si é um porre.

E eles fazem um indie-brit-pop ou seja lá como se chama (pra mim é rock), fazem bem feito.

Até agora lançaram doi álbuns:

2008: Box of Secrets

2010: Fire Like This (em breve um surubando)

E agora vocês conferem uma das músicas do álbum passado que pra mim é a Top das top deles.

I Wish I Was Someone Better

07 jul

Não é pra jogar no vídeogame

Ouvindo alguns novos álbuns que *ahem* comprei recentemente, fui fazer o que estou habituada a fazer sempre, olhar o perfil da banda na last.fm. Entre essas bandas que ouvi, me deparei com a tag “nintendocore”. Achei graça. Aliás, acho que já vi “core” em tudo…

Segunda a Wikipedia:

Nintendocore (ou NEScore) é um gênero musical inspirado em músicas e trilhas sonoras de jogos 8-bit, na maioria das vezes, relacionados ao Nintendo Entertainment System (NES). É um misto da força do hardcore com os teclados análogos às músicas dos antigos jogos.

Agora, falando sobre as bandas que ouvi com a tag #nintendocore, HORSE the band é uma delas. Criada em 1999 em Lake Forest, CA, o tecladista usa um sintetizador Korg MS2000 para obter os sons 8-bits característicos da banda, e mais recentemente, tem usado o famoso sintetizador Roland Juno-D e um cartucho LSDJ de Gameboy.

Enter Shikari é uma banda britânica de post-hardcore que usa muitos efeitos sonoros sintetizados. Formaram a banda em 2003, em St Albans, Hertfordshire. Seu álbum de estréia, Take to the Skies foi lançado em 19 de março de 2007 e atingiu 4° lugar no Jornal UK Album Chart.

I See Stars, com uma pegada que eu acho muito mais “powerpop” do que “nintendocore”, inclusive com as típicas distorções no vocal, foi fundada em Warren, Michigan, sendo uma banda de post-hardcore/eletrônica. Em 2009 laçaram seu primeiro álbum (3D) com um estilo híbrido de screamo e eletrônico.

Sim, eu sei que os vídeo estão de tamanhos diferentes, mas eu não vou editar porque eu tenho que evitar a fadiga. *:

Edit do Mitch: Agora tá corrigido Maria Preguiça :P