Têm gosto pra tudo, gosto não se discute, o que é de gosto: regalo da vida – e por aí vai. Gosto é que nem c*, cada qual tem o seu. E para quem faz falta um pouco de (bom) gosto, há quem o venda por aí.
Engraçado como nos tempos de iPod em que a religião aparenta ter pouca força, de autoidolatria, do homem senhor de si,uma coisa curiosa me chamou a atenção.
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