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19 jan

O que osso #5

Olá ouvintes e leitores!

Finalmente o ano começa para o Suruba Musical.

Nada melhor do que uma quase estreia para animar a galera, digo quase pois a seção O que osso? agora será em áudio, quase um podcast com as músicas que venho ouvindo pela semana e sempre que possívelum convidado!

Ouçam e comentem o que acharam!

Visitem:

Sem Pickles (maionese)

Gordelícias

Blablaismo

OQO#5 by SurubaMusical

Quaisquer dúvidas ou sugestões (ou até receita para cobertura de cupcakes) mande um e-mail para: surubamusical@gmail.com

31 dez

Feliz ano novo!

E como tudo nessa época é festa e felicidade, aqui vão algumas músicas que tiveram seus clipes travestidos de festa!

Feliz ano novo e que tudo se realize no ano que vai nascer, muito dinheiro no bolso, saúde pra dar e vender à preços exorbitantes!

Beatie Boys – (You Gotta) Fight For Your Right (To Party)

No Doubt – Just A Girl

2pac – Gangsta Party

Cash Cash – Party In Your Bedroom

Fall Out Boy – Dance, Dance

System Of A Down – B.Y.O.B.

06 set

O que osso #2

Semanas e semanas atribuladas e incrivelmente tenho ouvido pouca música, mas como sempre não deixo de ouvir pelo menos uma por dia. Voltei a ter o hábito da leitura e só esse ano já li 6 livros e tem mais 5 na lista de lendo e tem os da coleção do Stephen King na fila para comprar (pocket books baratinhos), isso para quem estava acostumado a ler de 20 a 30 livros/ano é um bom recomeço.

Falemos de música então, essa semana q passou retornei a utilizar meu iPhod e escutei essas bandas/ou artistas:

The Smiths

Sempre ouço, uma ou duas músicas mas rolou uma vontade de ouvir todos os álbuns que possuo. Inclusive os mesmos figuram o post abaixo desse (para ver um vídeo é só descer na boquinha da garrafa um pouco)

Ace Enders and a million different people

Nome grande, mas a qualidade também é grande. O único álbum que eu tenho é o When I hit the ground.

Gostei muito pela música de entrada e depois ele acaba sendo como as bandinhas aleatórias que vemos por aí, mas nem por isso não deixa de ser legal ouvir.

Strangers die every day

É uma banda de postrock (post-rock) que eu gostei muito e futuramente pretendo escrever sobre o gênero.
O triste de ser gostar de bandas de postrock, que em sua maioria são somente instrumentais, é cantarolar as músicas. Dá-lhe assovio!

Se tiverem alguma sugestão para semana que vem, ficaria grato.

21 ago

4º Tenor

ESSE CANTA MUITO, PODEM CONFIAR (Y)

Este digníssimo senhor italiano tem o nome que aqui no Brèsil fica um tanto quanto dúbio, Andrea Bocelli.

Nascido em Lajatico, o pequeno Andrea foi diagnosticado com glaucoma e gradativamente ia perdendo sua visão, certo dia numa partida inocente de futebol foi atingido na cabeça e perdeu o que restava da luz de seus olhos.

Há uma certa expressão que diz “Quando Deus fecha uma porta, ele abre uma janela.” e o pequeno Andrea encontrou na música o conforto para passar por aquele momento difícil, aprendeu a tocar vários instrumentos, formou-se advogado, exerceu pouco e logo se entregou ao mundo da música.

Ganhou vários prêmios musicais e os mais importantes: cinco BRIT Awards e três Grammys. Um bom exemplo de superação, assim como Joseph Klimber.

Muito conceituado no meio musical, ele é bem requisitado quando o assunto é duetos, sendo os mais belos em minha opinião as músicas The prayer e O’ mare e tu com Celine Dion e Dulce Pontes respectivamente, ambas canções do álbum Sogno, que de longe é o melhor (novamente na minha opinião).

Discografia:

Il mare calmo della sera (1994)

Bocelli (1995)

Romanza (1997)

Viaggio Italiano (1997)

The Opera Album Aria (1998)

Sogno (1999)

Verdi (2000)

Sacred Arias (2000)

La Boheme (2000)

Cieli di Toscana (2001)

Requiem (2001)

Sentimento (2002)

Tosca (2003)

Verdi Il Trovatore (2004)

Andrea (2004)

Amore (2006)

The Best Of Andrea Bocelli – Vivere (2007)

Pagliacci 2007)

Cavalleria Rusticana (2007)

Carmen (2008)

Incanto (2008)

My Christmas (2009)

E agora vocês conferem a melhor música do álbum Sogno:


Canto della terra

05 mai

Os Albinos

Na minha mais recente incursão na selva das músicas perdidas, acabei encontrando esta pérola. A mais branca para ser mais exato.

Segundo a descrição no last.fm

“The Whitest Boy Alive é uma banda de pop minimalista, como eles mesmo se definem, baseada em Berlim, na Alemanha. O grupo começou em 2003 com a intenção de seguir um gênero musical exclusivamente eletrônico e hoje é uma banda sem nenhuma programação pré-gravada, apesar de ter algumas influências desse estilo em suas músicas.”

Idealizado por Erlend Øye que também é a metade do duo Kings of Convenience, o WBA mistura com maestria uma dose de eletrônico com um pouco de rock e disso sai essa sutileza que é a música da banda. O vocal parece um tanto quanto familiar às vezes parece a voz do vocalista do extinto Blur e em outras músicas um Chris Martin mais grave, lembra um pouco das bandas oitentistas (só lembra). Inclusive me lembra o estilo do CAKE em algumas canções e foge muito do óbvio nos arranjos. A primeira música do primeiro álbum é uma música perfeita para uma viagem no carro, combina com ambientes inóspitos e as outras músicas que se sucedem no disco são catalizadoras de emoções,sempre acabam por lembrar algum sentimento ou vontade.

Discografia:

Dreams (2006)

Rules (2009)

Integrantes:

Erlend Øye (vocal e guitarra), Marcin Öz (baixo), Sebastian Maschat (bateria) e Daniel Nentwig (teclado).

Aprecie com moderação:

Whitest Boy Alive – Burning

Whitest Boy Alive – Keep A Secret