Semanas e semanas atribuladas e incrivelmente tenho ouvido pouca música, mas como sempre não deixo de ouvir pelo menos uma por dia. Voltei a ter o hábito da leitura e só esse ano já li 6 livros e tem mais 5 na lista de lendo e tem os da coleção do Stephen King na fila para comprar (pocket books baratinhos), isso para quem estava acostumado a ler de 20 a 30 livros/ano é um bom recomeço.
Falemos de música então, essa semana q passou retornei a utilizar meu iPhod e escutei essas bandas/ou artistas:
The Smiths
Sempre ouço, uma ou duas músicas mas rolou uma vontade de ouvir todos os álbuns que possuo. Inclusive os mesmos figuram o post abaixo desse (para ver um vídeo é só descer na boquinha da garrafa um pouco)
Ace Enders and a million different people
Nome grande, mas a qualidade também é grande. O único álbum que eu tenho é o When I hit the ground.
Gostei muito pela música de entrada e depois ele acaba sendo como as bandinhas aleatórias que vemos por aí, mas nem por isso não deixa de ser legal ouvir.
Strangers die every day
É uma banda de postrock (post-rock) que eu gostei muito e futuramente pretendo escrever sobre o gênero.
O triste de ser gostar de bandas de postrock, que em sua maioria são somente instrumentais, é cantarolar as músicas. Dá-lhe assovio!
Se tiverem alguma sugestão para semana que vem, ficaria grato.
Este digníssimo senhor italiano tem o nome que aqui no Brèsil fica um tanto quanto dúbio, Andrea Bocelli.
Nascido em Lajatico, o pequeno Andrea foi diagnosticado com glaucoma e gradativamente ia perdendo sua visão, certo dia numa partida inocente de futebol foi atingido na cabeça e perdeu o que restava da luz de seus olhos.
Há uma certa expressão que diz “Quando Deus fecha uma porta, ele abre uma janela.” e o pequeno Andrea encontrou na música o conforto para passar por aquele momento difícil, aprendeu a tocar vários instrumentos, formou-se advogado, exerceu pouco e logo se entregou ao mundo da música.
Ganhou vários prêmios musicais e os mais importantes: cinco BRIT Awards e três Grammys. Um bom exemplo de superação, assim como Joseph Klimber.
Muito conceituado no meio musical, ele é bem requisitado quando o assunto é duetos, sendo os mais belos em minha opinião as músicas The prayer e O’ mare e tu com Celine Dion e Dulce Pontes respectivamente, ambas canções do álbum Sogno, que de longe é o melhor (novamente na minha opinião).
Discografia:
Il mare calmo della sera (1994)
Bocelli (1995)
Romanza (1997)
Viaggio Italiano (1997)
The Opera Album Aria (1998)
Sogno (1999)
Verdi (2000)
Sacred Arias (2000)
La Boheme (2000)
Cieli di Toscana (2001)
Requiem (2001)
Sentimento (2002)
Tosca (2003)
Verdi Il Trovatore (2004)
Andrea (2004)
Amore (2006)
The Best Of Andrea Bocelli – Vivere (2007)
Pagliacci 2007)
Cavalleria Rusticana (2007)
Carmen (2008)
Incanto (2008)
My Christmas (2009)
E agora vocês conferem a melhor música do álbum Sogno:
Se tem um duo de rock que eu posso dizer que é o contrário de White Stripes, esse duo é Blood red shoes.
Enquanto Steven Ansell faz uns lances legais na bateria, Laura-Mary Carter toca guitarra e canta com cara de quem não está nem aí pra nada. E o Steven também canta!
São dois britânicos que desde 2004 estão tocando por aí. A música é boa, mas o sotaqe deles nas entrevistas me irritam. Na verdade o sotaque britânico em si é um porre.
E eles fazem um indie-brit-pop ou seja lá como se chama (pra mim é rock), fazem bem feito.
Até agora lançaram doi álbuns:
2008: Box of Secrets
2010: Fire Like This (em breve um surubando)
E agora vocês conferem uma das músicas do álbum passado que pra mim é a Top das top deles.
As pessoas que conhecem meu gosto musical sabem que eu prefiro vocais feminos à masculinos. Então venho lhes apresentar: Florence and the Machine (Florence + The Machine).
Um grupo muito bom e expressivo. Misturam um monte de estilos musicais e instrumentos e a cantora tem uma bela e forte voz.
Segundo o last.fm:
“Florence é a voz, The Machine é quem esteja por perto tocando um instrumento na hora. Florence desistiu do curso de arte da faculdade de Camberwell, no sul de Londres. Ela canta desde sempre. Participou do coral da escola, algumas bandas, teve aulas de canto. Florence cresceu ouvindo Kate Bush, e sua banda favorita é The White Stripes. The Machine é formado por Robert Ackroyd (guitarra), Christopher Lloyd Hayden (bateria), Isabella Summers (teclado), Tom Monger (harpa) e Mark Saunders (baixo)
Começou sua carreira em 2007 . O grupo sempre foi elogiado pela mídia, particularmente pela BBC, que ajudou na promoção na banda ao incluí-la no BBC Introducing, uma marca da emissora para novos talentos musicais.A partir de então, Florence + The Machine ganhou mais atenção e passou a tocar em vários grandes festivais da Inglaterra, como os de Reading and Leeds e o Glastonbury. O primeiro álbum da banda, Lungs, foi lançado no dia 6 de julho de 2009 e ficou no segundo lugar das paradas inglesas durante suas primeiras cinco semanas, atrás apenas de Michael Jackson”.
Discografia:
Lungs – 2009
Aprecie com moderação:
Florence + The Machine – You’ve Got the Love
Florence + The Machine – Dog Days Are Over (2010 Version)
“The Whitest Boy Alive é uma banda de pop minimalista, como eles mesmo se definem, baseada em Berlim, na Alemanha. O grupo começou em 2003 com a intenção de seguir um gênero musical exclusivamente eletrônico e hoje é uma banda sem nenhuma programação pré-gravada, apesar de ter algumas influências desse estilo em suas músicas.”
Idealizado por Erlend Øye que também é a metade do duo Kings of Convenience, o WBA mistura com maestria uma dose de eletrônico com um pouco de rock e disso sai essa sutileza que é a música da banda. O vocal parece um tanto quanto familiar às vezes parece a voz do vocalista do extinto Blur e em outras músicas um Chris Martin mais grave, lembra um pouco das bandas oitentistas (só lembra). Inclusive me lembra o estilo do CAKE em algumas canções e foge muito do óbvio nos arranjos. A primeira música do primeiro álbum é uma música perfeita para uma viagem no carro, combina com ambientes inóspitos e as outras músicas que se sucedem no disco são catalizadoras de emoções,sempre acabam por lembrar algum sentimento ou vontade.
Discografia:
Dreams (2006)
Rules (2009)
Integrantes:
Erlend Øye (vocal e guitarra), Marcin Öz (baixo), Sebastian Maschat (bateria) e Daniel Nentwig (teclado).