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21 ago

4º Tenor

ESSE CANTA MUITO, PODEM CONFIAR (Y)

Este digníssimo senhor italiano tem o nome que aqui no Brèsil fica um tanto quanto dúbio, Andrea Bocelli.

Nascido em Lajatico, o pequeno Andrea foi diagnosticado com glaucoma e gradativamente ia perdendo sua visão, certo dia numa partida inocente de futebol foi atingido na cabeça e perdeu o que restava da luz de seus olhos.

Há uma certa expressão que diz “Quando Deus fecha uma porta, ele abre uma janela.” e o pequeno Andrea encontrou na música o conforto para passar por aquele momento difícil, aprendeu a tocar vários instrumentos, formou-se advogado, exerceu pouco e logo se entregou ao mundo da música.

Ganhou vários prêmios musicais e os mais importantes: cinco BRIT Awards e três Grammys. Um bom exemplo de superação, assim como Joseph Klimber.

Muito conceituado no meio musical, ele é bem requisitado quando o assunto é duetos, sendo os mais belos em minha opinião as músicas The prayer e O’ mare e tu com Celine Dion e Dulce Pontes respectivamente, ambas canções do álbum Sogno, que de longe é o melhor (novamente na minha opinião).

Discografia:

Il mare calmo della sera (1994)

Bocelli (1995)

Romanza (1997)

Viaggio Italiano (1997)

The Opera Album Aria (1998)

Sogno (1999)

Verdi (2000)

Sacred Arias (2000)

La Boheme (2000)

Cieli di Toscana (2001)

Requiem (2001)

Sentimento (2002)

Tosca (2003)

Verdi Il Trovatore (2004)

Andrea (2004)

Amore (2006)

The Best Of Andrea Bocelli – Vivere (2007)

Pagliacci 2007)

Cavalleria Rusticana (2007)

Carmen (2008)

Incanto (2008)

My Christmas (2009)

E agora vocês conferem a melhor música do álbum Sogno:


Canto della terra

10 ago

Casa do vinho

Ninguém pode negar que a dona desse vozeirão tem talento. Tanto para cantar, quanto para arrumar confusão.

Amy Winehouse tem problemas. Não falo do problema com as drogas e bebidas, tão sabidos por meio mundo e a torcida do (insira aqui um time), tem problema porque não tem o suporte necessário para sua potente voz, suporte emocional no caso. Para saber mais de sua vida vide waka waka pedia.

Lançou o álbum debut Frank em 2003 e desde já nota-se o potencial da cantora. Destaque para a canção Fuck Me Pumps que vocês conferem logo abaixo.

Em 2006 chega às lojas o disco Back to Black, estourando com a música Rehab se tornando a nova coqueluche do mundo musical. O álbum inteiro é muito bom, e bem produzido. De acordo como reza a lenda, teria sido inspirado quase todo pelo término de um relacionamento, o que se evidencia na música título.  Com tantas faixas ótimas fica difícil de escolher uma para representar o álbum todo, mas arrisco com My Tears Dry On their On.

Discografia:

2003 – Frank


2006 – back in Black


30 jul

Sapatos vermelho-sangue

Se tem um duo de rock que eu posso dizer que é o contrário de White Stripes, esse duo é Blood red shoes.

Enquanto Steven Ansell faz uns lances legais na bateria, Laura-Mary Carter toca guitarra e canta com cara de quem não está nem aí pra nada. E o Steven também canta!

São dois britânicos que desde 2004 estão tocando por aí. A música é boa, mas o sotaqe deles nas entrevistas me irritam. Na verdade o sotaque britânico em si é um porre.

E eles fazem um indie-brit-pop ou seja lá como se chama (pra mim é rock), fazem bem feito.

Até agora lançaram doi álbuns:

2008: Box of Secrets

2010: Fire Like This (em breve um surubando)

E agora vocês conferem uma das músicas do álbum passado que pra mim é a Top das top deles.

I Wish I Was Someone Better

08 jul

Suruba Indica #3

Cadê o grito da galeraaaaaaaaaa?

Na terceira edição do Suruba Indica, o podcast mais ouvido pelos participantes do mesmo, temos a participação de Cheila Lucas, Danilo Aguillar e Michel Souza aguentando escutando e conversando sobre as músicas belas que foram indicadas com tanto esmero, mesmo que algumas delas não sejam para todos os ouvidos, falando do ponto de vista dos decibéis, claro. A Rebeca Schutz fugiu de novo, mas pela última vez muahahahaha!

[Duração: 51m][Tamanho: 94MB][Download]

Setlist:

Envydust – O Leilão do Lote 77

Alesana – Apology

Dave Matthews Band – So much to say

Robbie williams – angel

Dakota Star – Toghether alone

Assista:

Envydust – Meu lugar

Acesse:

Chelucass

Miztureba

Sugestões, reclamações e qualquer outra coisa menos spam: surubamusical@gmail.com

27 jun

As máquinas

As pessoas que conhecem meu gosto musical sabem que eu prefiro vocais feminos à masculinos. Então venho lhes apresentar: Florence and the Machine (Florence + The Machine).

Um grupo muito bom e expressivo. Misturam um monte de estilos musicais e instrumentos e a cantora tem uma bela e forte voz.

Segundo o last.fm:

“Florence é a voz, The Machine é quem esteja por perto tocando um instrumento na hora. Florence desistiu do curso de arte da faculdade de Camberwell, no sul de Londres. Ela canta desde sempre. Participou do coral da escola, algumas bandas, teve aulas de canto. Florence cresceu ouvindo Kate Bush, e sua banda favorita é The White Stripes. The Machine é formado por Robert Ackroyd (guitarra), Christopher Lloyd Hayden (bateria), Isabella Summers (teclado), Tom Monger (harpa) e Mark Saunders (baixo)

Começou sua carreira em 2007 . O grupo sempre foi elogiado pela mídia, particularmente pela BBC, que ajudou na promoção na banda ao incluí-la no BBC Introducing, uma marca da emissora para novos talentos musicais.A partir de então, Florence + The Machine ganhou mais atenção e passou a tocar em vários grandes festivais da Inglaterra, como os de Reading and Leeds e o Glastonbury. O primeiro álbum da banda, Lungs, foi lançado no dia 6 de julho de 2009 e ficou no segundo lugar das paradas inglesas durante suas primeiras cinco semanas, atrás apenas de Michael Jackson”.

Discografia:

Lungs – 2009

Aprecie com moderação:


Florence + The Machine – You’ve Got the Love

Florence + The Machine – Dog Days Are Over (2010 Version)


29 mai

Terumasa Hino


Olha,eu estou meio cabreiro em fazer este post pois é de um estilo de música que eu entendo zero,mas em compensação eu curto demais,que é o Jazz. Ainda mais o Jazz sendo tão complexo quanto é,fica difícil você separa o que é um bom instrumentista de alguém que só faz ‘firula’,mas hoje vou falar de um dos maiores e melhores que já vi: Terumasa Hino.

Terumasa nasceu em 1942 em Tokio,e adquiriu o gosto pelo trompete através de seu pai,que também era trompetista. Depois de se aperfeiçoar e entrar em bandas de Jazz,em 1964 ele começou sua carreira solo até lançar seu mais aclamado álbum,que foi o de estréia,Hi-nology, em 1969. A partir dai ele só cresceu e consolidou seu nome como um dos maiores trompetistas de Jazz vivos.

A minha dica de hoje é exatamente esse álbum,o Hi-nology,que é demais. Pra quem fala que o Japão só copia as tendências e estilos do ocidente em Jazz,Terumasa dá um show de personalidade aqui. A sua música mais forte do cd (e a minha preferida de todos os cds dele) é Like Miles. Pra quem gosta de um bom Jazz,Terumasa Hino Quartet é música de qualidades pra horas.

Alone Alone Alone – Terumasa Hino Quartet

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24 abr

Richard Cheese & Lounge Against The Machine

“Tan tan taaan tan tan tan tan tan!”

O Improvável é um sucesso nacional,mas poucas pessoas que veem seus vídeos sabem que aquela entradinha é Enter Sandman,do Metallica. Na versão de Richard Cheese,claro.
Esse cara,que na verdade se chama Mark Jonathan Davis e é um comediante de LA, montou uma banda de Lounge e fez várias covers de clássicos do rock,metal,pop e etc. Vários dos seus discos,como Tuxicity,Viva La Vodka e Back in Black Tie,trazem versões geniais de músicas consagradas.
Hoje em dia,ele vive apenas da banda,ja tendo feito turnês por vários países,mas seu maior veículo é,com certeza,a internet. Depois da explosão dos primeiros CDs,ele passou a se apresentar (e lotar,não é pouca coisa) em grandes cassinos,em especial o MGM Grand. Vender comédia é pra poucos,mas Richard Chesse é um deles! =D
Richard Cheese – Beat It

Richard Cheese – Chop Suey

Richard Cheese Live

Site Oficial
Richard Cheese – Wiki

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23 abr

C’est du roots man!

É reggae? É jazz? Não. É tryo!

No longínquo ano de 2003 o filho da minha madrinha, um francês boa praça, estava por aqui fazendo doutorado e me chamou pra morar com ele uns tempos. Lembro que no primeiro dia que eu estava lá ele colocou pra tocar no notebook uma banda, que no começo eu achava que era um reggae, mas percebi que os elementos de reggae não eram a totalidade, jazz tão pouco. Depois de um tempo eu descobri que se tratava de musette (que procurando por aí descobri se tratar de um dos nomes da gaita de fole), se bem que essa descrição é apenas uma tentativa de descrever o indescritível, só mesmo ouvindo para tirar suas conclusões.

Recentemente no site dos caras descubro que eles estão em uma turnê pela Amérique du Sud e vejo que os caras não aparecerão por aqui. Infelizmente.

Na minha opinião o melhor CD da banda, o recomendável para se começar a ouvir Tryo é o álbum Mamagubida lançado em 98. Um acústico muito bem gravado, e pela empolgação da galera você nota o sucesso que fazem na terra da baguete. Uma curiosidade: O nome desse CD é feito pelas iniciais dos nomes dos integrantes AND do produtor (MAnu, MAli, GUizmo, BIbou, DAnielito).

No meu francês enferrujado eu percebo umas ironias políticas nas letras, e quando eu cato a tradução percebo que as letras são boas mesmo. O mais legal é que eles também são excelentes músicos

Discografia:

1998: Mamagubida
2000: Faut Qu’ils S’activent
2003: Grain De Sable
2004: De Bouches à Oreilles (live)
2008: Ce Que l’On Sème
2008: Sous les Etoiles (live)

E como de costume, algumas das melhores canções deles:

E a bônus track (romântica)

06 abr

Red-haired one

Já de muito que ouço synthpop. Ter uma irmã mais velha, que teve sua adolescência nos anos 80 e começo dos anos 90, me proporcionou conhecer o melhor do synthpop da época. E hoje, conhecendo e gostando do gênero desde então, conheci La Roux, duo de synthpop britânico tão novo, começando em 2008, teve seu primeiro álbum lançado em 2009 já no topo das tabelas de vendas com o single “In for the kill”.
Eu gosto muito das letras das músicas, acho que consigo me situar nelas. Diria até que são meio girlies. Aliás, sempre que ouço La Roux me imagino jogando vídeogame. Alex Kidd… hahaha.
Desconsidere o penteado extravagante da cantora, Eleanor Jackson, curta um electropop e faça como eu, se imagine jogando vídeogame enquanto ouve, com dor de cotovelo, hahaha.

Para ouvir:

Conheça mais:

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22 mar

Respire, Carolina!

Surgida em 2006 em Denver, Colorado, Breathe Carolina faz uma mistura de música eletrônica com uso de sintetizadores, baixos e sequenciadores, power pop, screamo e letras emotivas, vulgo emo. Precursores do movimento que agora se chama ‘emotronic’ justamente por estas características peculiares do som que fazem e a este novo estilo que surgiu com músicas emotivas e ao mesmo tempo dançantes, com roupas coloridas e que fazem alusão a um estilo meio oitentista.

O estilo musical simplesmente unificou duas coisas que têm certa presença na minha vida: música eletrônica e screamo. Tanto gosto que o toque do meu celular é a faixa I.D.G.A.F e, se for como o toque que eu tinha antes no meu outro celular (Tiga – 3 weeks), provavelmente ficará como toque fixo por longos anos.

A discografia da banda inclui um EP lançando em 2007 e chamado Gossip. Em 2008 lançando o It’s classy, not classic que tem as faixas “Diamonds” and “The birds and the bees” como top fav. Já o álbum mais recente, entitulado Hello Fascination, de 2009, eu tenho favoritado praticamente ele todo.

Os descobri através do próprio last.fm e achei interessante a mistura de eletrônica com screamo, resolvi arriscar. E não me arrependo. Desde então é a banda com maior número de execuções na minha biblioteca. Fora que eu sempre me identifico com uma letra ou outra, o screamo que eu tanto gosto e as batidas eletrônicas. Ela é formada por apenas dois integrantes, David Schmitt que faz os vocais e Kyle Even que faz o screamo.

O nome da banda surgiu de um sonho que Schmitt teve em que ele acalmava um mulher de nome Carolina. Como muitas bandas de hoje em dia, eles começaram a divulgar seu trabalho através do MySpace, alcançando, através da interwebs, grande número de plays às suas músicas.