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12 nov

nevershoutnever!

Navegando pela last.fm, deparei com um perfil de uma guria que ouvia nevershoutnever! Resolvi que ouviria pra ver como é e eu gostei.

As músicas são uma mistura de acústico, folk-rock americano e, claro, pop. O cantor e compositor é apenas um jovem de Missouri, de 19 anos, conhecido como Christofer Drew, que começou a tocar desde que ganhou sua guitarra no início da sua adolescência. Em 2007 lançou seu primeiro EP e, contabilizando até atualmente, ele já possui 6 EPs e dois álbuns em estúdio, o What is love? e o Harmony.

Eu gosto das músicas dele, são bem calmas e muito características. Quando toca, dá pra dizer já que é nevershoutnever! E os clipes também são muito típicos!

Clique nos álbuns abaixo e assista a um vídeo de uma música de cada álbum! ^^

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02 nov

O que é o que é? Screamo

YEEEEAHHH

Como a procura por este gênero musical neste humilde blog é IMENSA, resolvi começar esta categoria pelo famigerado Screamo. Divirtam-se!

E com vocês, a grande sabedoria da Wikipédia!

Screamo é um estilo musical com influências do hardcore e punk surgindo mais ou menos em 1990. Bastante agressivo e intenso, suas principais características são as batidas rápidas, guitarras harmônicas e rápidas e por conter muitos gritos seguidos por vozes melodicas (normais). O nome origina-se de Scream’o'Rama que significa “berro o tempo todo”, em comparação com as bandas de outros estilos que surgiam na época. Têm raízes melódicas e pode alternar partes guturais e agressivas com levadas mais compassadas ou lentas. Às vezes é confundido com metalcore ou até mesmo com post-hardcore pelas técnicas de berros, pois em alguns casos os dois estilos utilizam a técnica “drive” ou “throating” nos vocais.

O estilo surgiu nos Estados Unidos basicamente em 1999 e 2000, com bandas que se ramificaram a partir do post-hardcore, e hoje em dia possui várias bandas com várias propostas distintas, desde muito pesadas, agressivas e complexas até algumas que são mais voltadas para o lado melódico. Nos últimos anos o estilo têm adquirido muitos adeptos de vários ramos diferentes, o que têm dado às bandas uma característica muito peculiar, talvez até confusa. É comum também a classificação das bandas em vários estilos diferentes ao mesmo tempo, o que indica uma falta de identidade com o rótulo, que pode se misturar com post punk ou post-hardcore. Algumas bandas que servem de parâmetro são Envy, La Quiete, The Kodan Armada , Neil Perry, Saetia.”

Resumindo: GRITARIA.

Porém por vezes temos um gutural que se assemelha ao de uma garotinha do primário com medo de baratas, salvo algumas raras exceções.

Eu ainda prefiro os bons e velhos guturais do metal

Algumas bandas conhecidas:

Alesana

Underoath

Alexisonfire

Escape the Fate

Glória (BRAZUCA)

Para mais bandas acessem a listinha de bandas do gênero.

16 out

Ciclo Musical

John Lennon e George Harrison ressuscitaram, reagruparam os Beatles e formaram uma nova banda junto com o Pink Floyd.

Não, isso não é um filme sem pé nem cabeça. É apenas a música renascendo conforme seu melhor estilo e época.

A frase “Nada se cria, tudo se copia” é muito bem aplicada à música. Ela anda em círculos. Estilos antigos estão vindo à tona novamente, sempre com alguma modificação, mas com uma clara relação com os primórdios. Ou você acha que Michael Jackson não teve influência no som de Lady Gaga?

Isso não é novidade pra ninguém, mas o destaque aqui está justamente no primeiro parágrafo deste texto: a mistura de estilos.

Atualmente é comum uma nova banda aparecer e dizer que o som que fazem é uma mistura de rock, eletrônica e rap. Isso é interessante. E desastroso.

Alguns tipos de música não foram feitos para serem unidos a outros. Rock não combina com Samba, o Sertanejo não é compatível com o Trance, e música Gospel não tem ligação com Heavy Metal. Mas acredite, isso e muito mais já foi experimentado.

Porém, entre tantas tentativas frustradas, algumas bandas se saem bem e mostram que fizeram o dever de casa.

Uma delas é a que inspirou o começo deste texto. Você acha que ficaria estranho – ou até monótono – a junção de Beatles e Pink Floyd? Pois saiba que tentaram, conseguiram e o resultado saiu fantástico.

Tame Impala é o nome da banda que faz jus a esse bom e velho Rock’n’Roll. Uma banda nova, nascida em 2007, mas que mostra uma grande fidelidade a músicas antigas. Instrumentais psicodélicos e lentos que intercalam com aquela batida mais rápida e abafada da bateria de Ringo Starr.

Ouvir Tame Impala é como escutar uma nova música do Beatles e, ao passar para a próxima da lista, você se depara com uma composição nunca ouvida do Pink Floyd. Quando você percebe, já está escutando a voz de John Lennon e o baixo de Roger Waters numa mesma canção.

A banda joga um balde de água fria em muitos que dizem que o bom Rock’n’Roll não voltaria mais, que a música está em decadência e teremos de viver do passado. Ela mostra que o estilo não acabou, e está voltando com força para satisfazer saudosistas e amantes da boa música.

27 set

O que osso #3

Oi pessoal, época de eleições e quase férias no trabalho ou seja: Felicidade (não vou votar hahaha)

Essa semana ouvi mais o mp3 player do meu celular do que meu lindo iPod, só porque os fones do celular são um poucos mais práticos de guardar no trabalho. Como o espaço é reduzido e não cabe as zilhões de músicas que tenho no gadget do Macfag Master Jobs ( a única criação dele que presta na minha humilde opinião), tem algumas coisas que figuram nos meus preferidos.

Björk

Esse pingo de gente lá dos cafundós do gelo, além de ser muito simpática possui um tino musical muito apurado e uma voz poderosa inconfundível, pensei que tinha colocado o álbum Greatests Hits, mas acabei colocando o Volta, que também é muito bom. (a música começa aos 1:34 do vídeo)

The Dead Weather

A mais recente banda do irriquieto Jack White continua figurando entre as favoritas, mesmo eu não tendo ido muito com a cara do novo CD, o que está no celular é o antigo Horehound.

Naive New Beaters

Esses caras são simplesmente demais! Eletrorock de qualidade, uma loucura da boa. Destaque para as letras/raps e batidas epolgantes.

19 set

Surubando: Linkin Park – A Thousand Suns [2010]

Olá, seres estranhos!

Sim, eu cheguei, o seu pior pesadelo está presente agora também no Suruba Musical!

Chega, né?

Meu nome é Danilo Aguillar, algum de vocês podem ter me reconhecido pela participação que fiz no segundo Suruba Indica, ou até mesmo pelo blog que tenho com o Michel, o Miztureba, mas essa última opção acredito ser um pouco impossível…

Enfim, estou aqui através de um convite do Michel, e fico muito honrado com essa oportunidade. Prometo à todos que não atualizarei o blog com frequência, não responderei comentários e só farei este post. Eu sou preguiçoso.

Mas já falei demais, vamos ao que interessa.

Capinha mixuruca, hein?

Eu costumava dizer que era fã de Linkin Park. Tinha todos os CDs, sempre estava atento à novos singles, shows ou qualquer coisa ligada à banda. Até que fui crescendo e essa coisa de fã foi se esvaindo, então passei de alucinado para apenas um cara que curte o som de outros caras. Aí comecei a contar os minutos para a meia noite e… Bem, passei a ser um cara que não curte tanto assim o som de outros caras.

Até que, dia 15 de Setembro, descubro que no dia anterior o novo CD do Linkin Park havia sido lançado: A Thousand Suns. Com um resto de esperança de que a banda ainda voltaria a ser o que era, corri para a loja de CDs mais próxima de casa (uma loja chamada Pirate Bay, conhece?) e adquiri os Mil Sóis.

Eis as impressões que tive:

Primeira metade do CD: Cara de whatever.

1. The Requiem – Como de costume, a banda começa com um instrumental como intro, só para encher linguiça e dar início ao álbum.

2. The Radiance – Enchendo linguiça mais um pouco, outro instrumental…

3. Burning In The Skies – Enfim a primeira música de verdade. Pra mim, soou muito blé. Para os que não entenderam, troquem o blé por whatever. Se ainda não entenderam, é o seguinte: Sabe aquela música que não faz diferença nenhuma em sua vida? Aquela que não tem nada demais e muito de menos? Então, essa é uma música blé.

4. Empty Spaces – Outro instrumental. Mr. Hahn estava inspirado…

5. When They Come For Me – Dá pro gasto…

6. Robot Boy – Aqui a coisa começa a dar uma melhorada. É uma música agradável aos ouvidos, mas está longe (muito longe mesmo) de ser uma obra prima Linkin Parkiana.

7. Jornada Del Muerto – Mais uma instrumental. Já tá enchendo o saco, hein?!

Segunda metade do CD: Totalmente excelente!

8. Waiting For The End – Agora sim! Enfim uma música em que consegui soltar um palavrão e ficar entusiasmado. Chester com um vocal mais melódico, mas bem legal, e Mike mostrando um rap bem gostoso e animado.

9. Blackout – Há tempos não ouvia uma música nova do Linkin Park em que a força e a vontade da voz do Chester apareciam. Guitarra e vocal caminharam juntos nessa canção, os dois bastante agressivos. E Mr. Hahn mostrou que sabe fazer mais do que meros instrumentais para intro de discos.

10. Wrectches And Kings – Essa conseguiu me levar aos antigos CDs. Mostrou que a parceria entre Mike e Chester ainda é uma das melhores da música atual e que os caras não esqueceram como juntar a guitarra e a batida do rap.

11. Wisdom, Justice, And Love – Um instrumental para estragar a animação.

12. Iridescent – Uma música mais calminha, mas até gostosa de ouvir. Gostei do Mike cantando no começo, sempre gosto de saber que ele também canta bem e não fica apenas falando como a maioria dos rappers.

13. Fallout – Instrumental. De novo ¬¬.

14. The Catalyst – Muito boa, mesmo! É uma daquelas músicas que anima qualquer um. Dá vontade de pular, dançar, balançar a cabeça e cantar junto. Ótimo trabalho do japoneis com o background da canção.

15. The Messenger – Finalizando com uma linda demonstração da força da voz de Chester.

Considerações finais

Como puderam perceber, apenas uma parte do disco prestou. A primeira metade foi tempo perdido, muita coisa experimental que eles poderiam deixar para lançarem pela internet e observar a reação da galera.

A segunda metade me agradou bastante. Não mostra a fúria do Chester como no Hybrid Theory ou no Meteora, mas mostra que devagar ele está voltando às origens. Quanto ao Mike, ele sim mostrou que os velhos tempos permanecem e que sua animação e vontade ainda não acabaram.

O resto da banda mandou muito bem. Rob e sua intimidade com a bateria ainda perduram. Brad me surpreendeu com a evolução que teve com a guitarra. Mr. Hahn teve um espaço em especial nesse disco e pôde mostrar que domina muito o sampler, apesar do excesso de instrumentais me irritar. E o Dave (Phoenix), bem… Ainda espero o álbum em que o baixo realmente aparecerá.

18 set

A gratuidade do ódio

Anteontem foi dia de VMB, prêmio que há muito tempo é questionável e como o Cazé lembrou bem, VOCÊ escolhe os vencedores.

Notei o ódio desenfreado dos Trolls e das pessoas ordinárias (no sentido de comum, não me joguem pedras) pela banda de… de… não ouso dizer rock.

Não gosto de Restart, assim como não gosto de Valeska popozuda, Luan Santana, Mallu Magalhães e um monte de coisas. Não sou obrigado a gostar de tudo. Muita gente que eu conheço também não gosta desses artistas e inclusive não gostam do que eu gosto, meu cunhado mesmo disse que não gostou de ouvir meu iPod. Essa é a graça do mundo.

À todos que xingam restart ou qualquer outra coisa, lembre-se que você não é dono da verdade nem o bastião da música para ter o melhor gosto do mundo e o que você escuta provavelmente é malquisto por alguém então lembre-se que muitos outros estilos foram rechaçados ao longo dos tempos.

Muitas pessoas que já gostaram de Back Street boys hoje se arrependem ou não suportam, muitos já foram tachados de maluco por gostar de Heavy Metal, outros são chamados de marginais por gostar de Funk, quem gostava de samba logo era vagabundo e por aí vai.

A fila é extensa, por isso o que acho mais válido é se resignar e prestar homenagem aos artistas que VOCÊ gosta independente se é uma banda finlandesa de foxtrote que 45 pessoas no mundo conhecem ou o Guns ‘n’ Roses, o que vale é ser fã, se a pessoa é da família ou não é uma questão de livre escolha.

Se te serve de consolo a bandaSchool Of Seven Bells ganhou o Prêmio de Aposta Internacional e eu aposto neles também pois o som é, na minha opinião, belo e harmonioso. Eles não precisaram dizer que me amam, que sou a vida deles ou qualquer coisa do gênero, pois a preocupação deles é com a música e o entretenimento e isso cada artista sabe como proporcionar aos seus fãs da maneira que eles merecem.

Um clipe da banda para ver se valem a pena.

School of Seven Bells – Windstorm

06 set

O que osso #2

Semanas e semanas atribuladas e incrivelmente tenho ouvido pouca música, mas como sempre não deixo de ouvir pelo menos uma por dia. Voltei a ter o hábito da leitura e só esse ano já li 6 livros e tem mais 5 na lista de lendo e tem os da coleção do Stephen King na fila para comprar (pocket books baratinhos), isso para quem estava acostumado a ler de 20 a 30 livros/ano é um bom recomeço.

Falemos de música então, essa semana q passou retornei a utilizar meu iPhod e escutei essas bandas/ou artistas:

The Smiths

Sempre ouço, uma ou duas músicas mas rolou uma vontade de ouvir todos os álbuns que possuo. Inclusive os mesmos figuram o post abaixo desse (para ver um vídeo é só descer na boquinha da garrafa um pouco)

Ace Enders and a million different people

Nome grande, mas a qualidade também é grande. O único álbum que eu tenho é o When I hit the ground.

Gostei muito pela música de entrada e depois ele acaba sendo como as bandinhas aleatórias que vemos por aí, mas nem por isso não deixa de ser legal ouvir.

Strangers die every day

É uma banda de postrock (post-rock) que eu gostei muito e futuramente pretendo escrever sobre o gênero.
O triste de ser gostar de bandas de postrock, que em sua maioria são somente instrumentais, é cantarolar as músicas. Dá-lhe assovio!

Se tiverem alguma sugestão para semana que vem, ficaria grato.

31 ago

Procurando Suruba no google?

Ao verificar as palavras chave pesquisadas na internet que acabaram aportando no Suruba Musical, tive uma surpresa.

Tudo bem que eu sabia que o blog com um nome desses atrairia alguns mãos peludas desavisados, mas fiquei estupefato por terem procurado por este termo:

tan tan taaan tan tan tan taaan ta musica 2008

Às 00:05:33 de 31 de agosto de 2010 (Anônimo)

Inacrebelievable!

Para os que não têm fé, aqui vai a prova:

Olha que orgulho e que alegria para o Suruba Musical

Obs: Alguém poderia me dizer o que são jogos de power foca michica?

30 ago

Preciosidades com mais de 20 anos

Se tem uma coisa que aconteceu na década de oitenta que não deixa muita vergonha no ar (alguém já viu as pavorosas ombreiras e penteados?), foi a música.

Hoje ao chegar do trabalho e desfrutar do meu desjejum nada frugal, apreciando meu néctar cafeinado ao som das maiores pérolas desta época. Tão bom que decidi deixar por aqui algumas indicações.

How Soon is Now? – The Smiths

Pet Shop Boys – Domino Dancing

(obs no casalzinho se amando na cachoeira)

The Cure – Just Like Heaven

Se lembrarem de mais algum, deixe nos cometários para um próximo post :D

21 ago

4º Tenor

ESSE CANTA MUITO, PODEM CONFIAR (Y)

Este digníssimo senhor italiano tem o nome que aqui no Brèsil fica um tanto quanto dúbio, Andrea Bocelli.

Nascido em Lajatico, o pequeno Andrea foi diagnosticado com glaucoma e gradativamente ia perdendo sua visão, certo dia numa partida inocente de futebol foi atingido na cabeça e perdeu o que restava da luz de seus olhos.

Há uma certa expressão que diz “Quando Deus fecha uma porta, ele abre uma janela.” e o pequeno Andrea encontrou na música o conforto para passar por aquele momento difícil, aprendeu a tocar vários instrumentos, formou-se advogado, exerceu pouco e logo se entregou ao mundo da música.

Ganhou vários prêmios musicais e os mais importantes: cinco BRIT Awards e três Grammys. Um bom exemplo de superação, assim como Joseph Klimber.

Muito conceituado no meio musical, ele é bem requisitado quando o assunto é duetos, sendo os mais belos em minha opinião as músicas The prayer e O’ mare e tu com Celine Dion e Dulce Pontes respectivamente, ambas canções do álbum Sogno, que de longe é o melhor (novamente na minha opinião).

Discografia:

Il mare calmo della sera (1994)

Bocelli (1995)

Romanza (1997)

Viaggio Italiano (1997)

The Opera Album Aria (1998)

Sogno (1999)

Verdi (2000)

Sacred Arias (2000)

La Boheme (2000)

Cieli di Toscana (2001)

Requiem (2001)

Sentimento (2002)

Tosca (2003)

Verdi Il Trovatore (2004)

Andrea (2004)

Amore (2006)

The Best Of Andrea Bocelli – Vivere (2007)

Pagliacci 2007)

Cavalleria Rusticana (2007)

Carmen (2008)

Incanto (2008)

My Christmas (2009)

E agora vocês conferem a melhor música do álbum Sogno:


Canto della terra