O ano de 2014 foi um período de muitas mudanças, mas uma delas me deixou um pouco triste. Tudo por um bom motivo: preservar a saúde para trabalhar e foi justamente quando entrei na faculdade. A mudança nessa ocasião, foi abandonar os treinos de rugby. Foi triste, porém necessário.

Só que a saudade e o amor falaram mais alto e esse ano voltei aos treinos e gramados (e pedras) com força total. Só que essa força não está lá grandes coisas porque fiquei dois anos mergulhado no puro sedentarismo e ganhei cerca de catorze quilos desde o final da temporada de 2013. Minha saúde pede, minha mente pede, e por que não, meu coração pede (literal e metaforicamente falando).

E o melhor modo de retornar é voltar ao seio do time do seu coração, aquele que tão bem me recebeu e que tão calorosamente me recebeu de volta, sem questionamento, sem pressão e com um sorriso no rosto. Inclusive esse é o ano que pretendo viciar um sobrinho e um amigo meu. Viciar, claro, no melhor sentido, pois o rugby é um esporte completo que une, força, estratégia, velocidade e controle de campo. Isso tudo aliado ao fato de ser um esporte inclusivo, pois pessoas grandes, baixa, gordas, magras podem e devem praticar. Cada posição tem sua importância para o time ir para a frente. E sempre é mais fácil surgir um estrelismo ou um jogador tomar a responsabilidade por um time inteiro. Uma andorinha só não faz verão no rugby.

No ano em que faço 36 anos, não queria estar sem disposição nem para as pequenas escadas como estou agora. Essa falta de forma física e resistência poderia me carregar para debaixo da terra muito antes do que eu planejo (85 anos é uma boa ideia para ir embora do mundo). Sem contar que tem um sobrinho chegando e eu quero ter disposição para carregá-lo e correr atrás quando a pestinha começar a correr. Outro bom motivo: comprar calças mais facilmente. Comprar calças e bermudas com maior facilidade é meu objetivo que pretendo atingir até o fim do ano. Reduzir uma medida de cintura. Melhor ainda se conseguir duas.

Uma das poucas coisas que me fazem feliz na vida eu não poderia deixar de lado, não?

Até amanhã.