texto

No dia 27/11/11 eu chegava ao último texto da primeira tentativa do desafio de escrever alguma coisa todo dia. E confesso que nessa primeira vez, tiveram alguns dias furados e mesmo assim tentei prosseguir, mas não deu certo.

Eu escrevi sobre a demora e total falta de respeito de uma loja na internet, que até hoje não comprei de novo lá, teve para com a minha pessoa. Continuei comprando pela internet, mas foram livros a maioria dos pedidos.

Creio que hoje, nesse atual desafio eu esteja mais preparado, mais focado, apesar da memória falha e de um ser humano bem chatonildo como o Wagner dizer que eu furei (questão de minutos e o horário de verão não conta hahaha), continuo firme e forte.

Devo confessar que 80% dos dias eu não fazia ideia sobre o que escrever até sentar em frente ao notebook e pensar na vida. Algumas ideias ocorreram durante o banho e enquanto eu cozinhava. 98% desses textos foram escritos minutos antes de eu sair para trabalhar, pois como bom procrastinador que sou, deixo tudo para ser temperado pelo desespero do limite de entrega. Se eu não me engano, somente dois textos saíram antes das dez da noite.

Outra coisa que pode parecer besteira, em certos aspectos até que é, mas o fato de eu sempre me despedir no fim do texto, me faz mais confiante, me estimula a retornar no dia seguinte para escrever novamente, como um pacto entre mim e as pouquíssimas pessoas que leem esse blog.

Esses dias eu estava conversando com o chatonildo e nos perguntamos o porquê das pessoas não comentarem os textos que com tanto esmero digitamos aqui para vocês. Mas eu adotei a filosofia de escrever para mim e tentar agradar a mim mesmo, já que não tenho comentários não tenho parâmetros para definir um público alvo. Se estou indo pelo caminho certo ou errado eu não sei, mas sei que não sinto que seja errado, então é bom. Pelo menos eu acho.

Até amanhã.