Se tem algo que realmente me causa pavor, é injeção. Ou qualquer agulha com potencial injetar algo dentro do meu corpo, o que é praticamente a definição de injeção, mas estou com preguiça demasiada para arrumar este paragrafo. Se saiu assim, é porque eu não quis arrumar MESMO.

Enfim, quinta-feira, primeiro dia de aula no mestrado. Um novo inicio para mim, que desde 2009 não me aventurava em terras acadêmicas. Acordo com uma queimação no estomago, talvez ansiedade. Queimação essa que mais tarde revelou sua verdadeira forma: virose. Foi o tempo suficiente de eu conseguir assistir metade da aula, até voltar para casa.

Pois bem, comecei a devolver todo e qualquer alimento que estava dentro de mim, de forma violenta até. Ou, como definiu meu cunhado, eu havia ligado o Wap interno. Resultado: precisei ir ao Pronto-Socorro (ou Pronto-Atendimento, você escolhe) para tomar um soro.  Aí começou o nervosismo.

Eu realmente não gosto de injeção. Repito isso, porque não gosto mesmo. Antes da consulta, vale contar que o P.S. não fica devendo em nada a bons açougues por aí, pelo menos na parte visual.

Entrei no consultório nervoso, tão nervoso que minhas mãos formigavam e eu não conseguia fazer o movimento de abrir e fechar as mãos. E estava hiperventilando. O médico percebeu que eu estava nervoso, tanto que me disse que eu apenas precisava tomar bastante soro e liquidos e comer alimentos leves. Mas eu sabia que não sairia dali sem que agulha alguma tocasse meu corpo. Nananinanão.

Precisei tomar soro. E bastante soro. Das 14h até as 19h. Para repor minhas energias. E eu me acalmar.

No momento em que escrevo este post eu já estou bem melhor, o efeito da virose já diminuiu bastante. O estomago ainda está meio ruim, não posso abusar na alimentação. Nada de leite ou café, somente chá, água e talvez um gatorade.

Tudo bem, pode me chamar de cagão, medroso e afins, mas nada disso vai mudar o meu pavor perante injeções. Levo, mas somente quando não há outra opção.