Trabalho é para pessoas que não sabem jogar videogames. – Billy Mitchell

“Tipo, sério mesmo? LOL” foi a reação quando me indicaram The King Of Kong: A Fistful Of Quarters (2007, não publicado no Brasil, mas que seria algo como “O Rei de Kong: Um Punhado Cheio de Fichas”).

É um documentário sobre o recorde mundial de Donkey Kong (jogo conhecido como “a primeira aparição de Mario”), estabelecido em 1982 por Billy Mitchell, consagrado como o jogador de videogames do século por suas performances em Centipede e Pac-Man além do jogo tema do filme, e hoje é um “bem sucedido vendedor de molhos” (?) e Steve Wiebe, um cara legal, professor de ciências, mas que perdeu na vida – se f**** como atleta, músico e engenheiro – e que um dia disse “quer saber? Eu consigo fazer pontuação melhor nisso” desafiando o antigo campeão e toda uma máfia secreta dos videogames americanos. Tomaí o trailer:

É o tipo de documentário divertido e emocionante, pois conta uma história real de pessoas com 40 ou 50 anos ficando loucas com videogames de 30 anos atrás, com umas tretas malucas e as crianças sem entender – a filha de Steve comenta: “Não sabia que o Guiness era TÃO importante… Algumas pessoas arruinaram suas vidas para estar nesse livro.” E você simpatiza com a causa e é capaz de ficar angustiado, porque tem tanto plot twist – e é na vida real – que você não sabe quem ganhou até o último segundo do documentário.

Se não tiver problemas em assistir com legendas em español, vem pra cá!