*Nota aos desavisados: Quando eu escrever sobre música por aqui, será nesta categoria :D (herança do falecido Suruba Musical)

Sia Kate Isobelle Furler ou simplesmente Sia (olha o nome de novela), é uma cantora pop lá da terra do Canguru.

Lá da casa dos seus 35 anos já lançou três álbuns. O trabalho em questão é este que dá o nome ao título: Surubando. Ok, mentira.

O CD é todo bom, tudo bem que eu seja suspeito por gostar do trabalho e voz da moça, mas vale a pena a ouvida. Caso você seja um preconceituoso musical, logo abaixo temos a Radioblá sobre Raulzito.

Vamos ao que interessa: As músicas que figuram este compacto.

The fight: O coro de criancinhas repetindo o nome do CD é pertubador,mas logo começa um riff de guitarra bem chamativo e somos apresentados à voz poderosa da rapariga.

Clap your hands: Começa comum riffzinho bemlegal seguido de uma batidamuito contagiante que te faz querer dançar (lógico que depende das condições psicológicas do ouvinte) e te dá vontade de bater palmas no refrão. Ótima música para searrumar para balada. Inclusive possui um clip hilário com fantoches.

Stop trying: Nós gostamos de você, esse é um jogo ganho. Seu tempo acabou, para de tentar. (tradução [mal e porcamente feita] livre) Música bem legal pra cantar para algumas pessoas inconvenientes.

 

You’ve changed: De longe a melhor música do álbum. Assim como o clip de Clap your hands, este também é muito legal e os fãs de games vão adorar. Confiram.

Be good to me: Primeira balada do disco. Recomendo escutar quando estiver na fossa. Mesmo efeito terapêutico de Adele. E fala sério, quem não quer dizer para seu amado(a) para ser bom conosco e ter com quem contar?

Bring night: Corra que a polícia vem aí! Que venha a noite! Nessa música a dona Sia me lembra muito a Cindy Lauper no refrão. Musiquinha que fica grudada no crânio.

Hurting me now: Uma música muito boa, lembra anos 50 ou algo do gênero. Ouvimos nesta faixa, outra faceta vocal da moça. Essa música possui um solo de SINOS, seu argumento é inválido.

Never gonna leave me: Música bem alegre, com backing vocals bem elaborados e arranjos bem singelos e outro refrão bem descolado (notaram que lancei mão de vários jargões aleatórios para descrever a música? Sim,estou enchendo linguiça, nem por isso a música é ruim).

Cloud: Essa música me lembra outra artista que no momento não me recordo qual, mas lembro que eu ouvia no good times da antena um light fm no radinho de pilha da minha mãe quando eu era pequeno. No refrão da música ela explora bem o timbre vocal dela (isso nãofoi enrolação).

I’m in here: Música bem séria. Chega a ser triste para contrabalancear a felicidade exacerbada das faixas anteriores. Fiquei tão down que parti pra outra música.

The co-dependent: Mais uma música com roupagem antiga, batida bem gostosinha para se ouvir num fim de tarde tomando um milkshake sentado na sombra. Tchururu tchururu tarãrã tarãrã.

Big girl little girl: O começo é bem divertido, e depois vai para uma pegada mais poprock.

Oh father: Depois das garotas vem o pai (tu dum tsss). Música muito boa, outra da série de sérias (olha eu nos trava línguas). Um bom encerramento para um CD bem feito, bem arranjado e produzido.

Caso queiram desfrutar desse álbum, procurem no google. Ou no 4Shared.