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Caro leitor, quantas revistas Playboy você já comprou? Não tenha vergonha, fale. eu te digo quantas eu já comprei, nestes meus 26 anos de idade:  duas revistas. Sim, somente duas, pois eu tenho acesso fácil as revistas desde que sou era pequeno. Meu pai é barbeiro, então bastava eu ir até o salão e ver a edição.

Então eu não precisava – e ainda não preciso –  comprar Plaboy. Mesmo assim eu já comprei duas. A primeira foi a da Marisa Orth. Poxa, é a Marisa Orth na época da Magda e o lendário Canguru Perneta! Qualquer pessoa – homem ou mulher – queria saber como seria essa posição sexual. Enfim, tenho essa edição aqui, guardada.

noticias_19102009094950E a segunda comprei hoje, algumas horas antes deste post. Na volta para casa desviei do meu caminho normal, passei na banca de jornal e comprei a Plaboy da Fernanda Young. Pois é, em um mundo onde existe a internet e nesta hora provavelmente já se acha as fotos no Google Imagens, eu preferi comprar. Cheguei em casa, deitei no sofá e abri a revista. E fiquei fascinado. Exatamente, caro leitor, fascinado.

Você pode ter pensado – ou dito – agora: “porra Wagner, fascinado pela Young?!?! Com tantas outras melhores que já foram capas! Olha a da edição passada, meu!“. Mas eu te pergunto: “qual a chance de você ter, na sua vida, uma mulher tão anatomicamente perfeita quanto essas mulheres?“.

Essa edição trouxe como capa uma mulher mais verossímil, mais real. E as fotos ficaram excelentes, eróticas. Tem até fotos apelando para algo mais fetichista, sadomasoquista e um beijo lésbico. Beijo não, uma bitoquinha lésbica.

Eu recomendo essa edição. Não vi as outros fotos ainda. E já revi as da Young. E posso dizer: adoro uma mulher não-perfeita, não siliconada, mais real. E até fiquei curioso para assistir o programa dela. Qual horário que passa?

Obs.: Lógico que houve photoshop nas fotos. Pedir para a Playboy não usar photoshop é o mesmo que pedir para o Tarantino não usar violência nos filmes dele.