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Archive for outubro, 2009

Radiobla #31 – Portunhol

Posted by Equipe Blablaismo On outubro - 30 - 20096 COMMENTS

portunhol

Si! Tequila!

En homenagem a el Dia Internacional de Hablar Portunhol, El Wagner, Michelito Souza e Arthur Cabrón hablan sobre la mejor banda brasileña de portunhol: Los Pirata.

Descuebra quien és lo mestre en Portunhol, quien mistuera portunhol con inglês y carioquês e cual integrante somiente fala “si, tequila!”. Escueta esta edicion comiendo un hamburguer con cueca-cuela!

Se usted acho esta edicion muito hermosa, muito legal, mande un e-mail para contato@blablaismo.com.br

SETLIST
Nada – En Una Onda Neo-Punque
Tema de Lospi – En Una Onda Neo-Punque
A Mi Me Gusta las Hambuguesas – En Una Onda Neo-Punque
Pancho – La Re-vuelta
Republica de los Bananas – La Re-vuelta
Lospi Gospel – La Re-vuelta

COMENTADO EN LOS EMAILS
La cartita complieta de Diogo Rodrigues
La cartita complieta de Claudio o Dragão Dourado

PARA OUVIR
Omegacast
Insert Subject
MeuMac

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Planeta Voluntários

Posted by Wagner Brito On outubro - 28 - 20093 COMMENTS

informe publicitário

selo_planetaPlaneta Voluntários apóia Teleton 2009.

Criado há 44 anos nos Estados Unidos pelo ator Jerry Lewis, o Teleton está presente em mais de 20 países e visa arrecadar recursos para a causa dos deficientes físicos.
No Brasil, o primeiro Teleton ocorreu no dia 16 de maio de 1998 no SBT (Sistema Brasileiro de Televisão) com o objetivo de levantar recursos para o tratamento e reabilitação de pacientes atendidos nas unidades da AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente).

Em sua primeira edição, o projeto arrecadou R$ 14.855.000, que foi utilizado para a construção de uma nova unidade da AACD em Recife (PE) e na reforma da unidade da Mooca, em São Paulo.
Já em 2008, o valor foi de R$ 18.955.948 e serviu para diminuir a fila de espera de 32 mil pessoas. Nesta edição, o Teleton recebeu cerca de 1.141.769 ligações de todo o país.
Além do Brasil, outros países, como Chile, Bélgica, Canadá, Austrália e Costa Rica adotaram a ideia.

Todos os anos, durante a exibição do Teleton, o SBT tem uma programação especial com mais de 24 horas de duração totalmente dedicadas ao projeto.
Desde sua criação, o Teleton é uma das principais fontes de captação de recursos para a AACD.
Com reportagens especiais sobre o trabalho feito pela AACD e participação de celebridades do mundo artístico em geral, o Teleton chega a 2009 com doze edições do projeto.
AACD

A AACD (Associação de Assistência à Criança Deficiente) é uma instituição sem fins lucrativos cuja missão é “Promover a prevenção, habilitação e reabilitação de pessoas com deficiência física, especialmente de crianças, adolescentes e jovens, favorecendo a integração social”.
Há 59 anos, o Dr. Renato da Costa Bomfim, ao lado de um grupo de idealistas, fundou a AACD com o objetivo de disponibilizar no Brasil um centro de reabilitação com a mesma qualidade dos estrangeiros.
Antes de ser um grande centro, a AACD já chegou a funcionar em dois pequenos sobrados na Rua Barão de Piracicaba, em São Paulo.
Em 1963, o primeiro centro foi inaugurado num terreno doado pela prefeitura e localizado na rua Ascendino Reis, que funciona até os dias de hoje.
Atualmente, a AACD realiza mais de 6.000 atendimentos por dia em suas nove unidades espalhadas pelo Brasil. Unidades: AACD Ibirapuera (SP), AACD Mooca (SP), AACD Osasco (SP), AACD São José do Rio Preto (SP), AACD Pernambuco, AACD Minas Gerais, AACD Rio Grande do Sul, AACD Rio de Janeiro e AACD Santa Catarina.

Linha do Tempo
. 2008
. Diminuir a fila de espera de 32 mil pessoas.
. Arrecadação: R$ 18.955.948

. 2007
. Construção da AACD São José do Rio Preto, SP
. Arrecadação: R$ 17.111.159

. 2006
. Manutenção das unidades existentes
. Arrecadação: R$ 16.162.588

. 2005
. Construção da AACD Joinville, Santa Catarina
. Arrecadação: R$ 16.150.890

. 2004
. Manutenção das unidades existentes e ampliação do Hospital Abreu Sodré (construção de 18 apartamentos em 5 pavimentos)
. Arrecadação: R$ 16.616.032

. 2003
. Construção da AACD Nova Iguaçu, RJ
. Arrecadação: R$ 15.000.000

. 2002
. Construção da AACD Osasco
. Arrecadação: R$ 16.015.454

. 2001
. Manutenção das unidades existentes
. Arrecadação: R$ 11.847.000

. 2000
. Construção da AACD Uberlândia, MG
. Arrecadação: R$ 10.226.000

. 1999
. Construção da AACD Porto Alegre, RS
. Arrecadação: R$ 10.147.000

. 1998
. Construção da nova unidade, AACD Recife, PE, e reforma da unidade Mooca, SP
. Arrecadação: R$ 14.855.000

+ Saiba como você já pode doar!
http://www.planetavoluntarios.com.br/nossas-acoes

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Texto e imagem

Posted by Wagner Brito On outubro - 26 - 20095 COMMENTS

Quando eu quero colocar uma imagem para ilustrar meus textos, eu procuro uma imagem que faça sentido com o texto. Só que o Jornal Cidade, daqui de Rio Claro, esquece disso, as vezes.

A imagem que você vê abaixo é sobre o lançamento do Kindle aqui no Brasil.

Jornal Cidade

Caso você tenha saído da caverna recentemente, eu explico: o Kindle é um leitor digital de livros. Ou seja, você compra um livro digital e lê no Kindle. Fácil e prático.

A reportagem fala um pouco disso e também se existe algum risco para sebos e livrarias. Uma reportagem até que bem escrita, diga-se de passagem, mas quero atentar para um fato aqui.

Se a reportagem inteira você tá falando do livro de papel x livro digital, por que raios você coloca a imagem de alguem comprando DISCOS DE VINIL? Ok, o lugar é uma sebo, mas faria mais sentido colocar alguem COMPRANDO LIVROS ao invés de discos de vinil. Eu até pensei que eles citariam o Kindle DX, que toca mp3. Aí sim a imagem faria sentido. Mas nada, nadica.

Um equivalente seria eu fazer uma reportagem sobre a armazenagem e venda de carne de vaca nos açougues e colocar uma foto de alguem comprando frango em um açougue.

Ou o Jornal Cidade está chamando seus leitores de burros ou faltou uma revisão aí. Ou, qualquer coisa, bote a culpa no estagiario.

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Radiobla #30 – “O cara tussiu!”

Posted by Equipe Blablaismo On outubro - 24 - 200924 COMMENTS

ocaratussiu

ESQUADRÃO MUSICAL RADIOBLA!

Pela primeira vez – e tem acontecido muitas “primeira vez” ultimamente – uma edição menos musical e mais saudosista da Radiobla.

Quatro rapazes – Wagner Brito, Michel Souza, Arthur Franco e Slash/Rick – vindo de cantos diferentes do planeta se unem para conversar, dar risadas e lembrar de momentos gratificantes sobre seus heróis japoneses preferidos. Vista seu uniforme, convoque seu robô gigante e participe conosco, nesta eterna luta contra a música ruim.

Veja como somos velhos, quem já foi no Circo do Jaspion, quem recebia comida entregue pelo Jiraya, qual tokusatsu é uma derrota e quem plantou feijão no ouvido!

Sugestões, críticas, elogios ou comentários, é só mandar um email para contato@blablaismo.com.br ou deixe na área de comentários do post

VOTE NA RADIOBLA PARA O PRÊMIO PODCAST 2009! Estamos concorrendo na categoria música. Basta clica na imagem que você encontra logo na lateral do blog. Vote também nos nossos parceiros: SOSCast (jornalismo) e Fodacast (humor), Nowloading (games).

SETLIST
Jaspion – Ore ga Seigi da! Juspion, por Ai Takano
Changeman – Dengeki Sentai Changeman, por KAGE
Flashman – Chou Shinsei Flashman, por Taku Kitahara
Jiraya – Jiraiya, por Akira Kushida
Black Kamen Rider -
Winspector – Tokkei Winspector
Cyber Cops – Ashita E No Sakebi (Cyber Heart), por Hiroshi Nishikawa

PARA ASSITIR
Kyoju Tokuso Jaspion
Dengeki Sentai Changeman
Choushinsei Flashman

Sekai Ninja Sen Jiraiya

Black kamen rider
Tokkei Winspector
Cybercop

O cara tussiu!
Tokkei Winspector” (Esquadrão Winspector), cantado por Takayuki Miyauchi

VISITE
Nowloading – podcast/site sobre videogames

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Farmville

Posted by Wagner Brito On outubro - 22 - 20095 COMMENTS

Farmville

Venho por meio desta declarar todo meu amor e ódio por Farmville. Grato.

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Uma Noite Alucinante

Posted by Thais Castro On outubro - 20 - 20098 COMMENTS

Este texto também pode ser chamado de As Aventuras de Thais na Terra do Sol Rachante

Tudo bem! Eu sei que eu andei sumida por um longo, longo tempo. Mas nem venham me dizer que sentiram minha falta, porque eu sei que nem lembram mais da minha existência. Sou eu, Thais. Só os leitores mais antigos é que devem se lembrar dos meus textos quase sempre sem cunho sério… Enfim! Chega de saudosismo. Como uma breve explicação do meu sumiço, começo do ano eu estava trabalhando, estudando e saindo. Não tinha tempo pras outras coisas. Histórias até que tiveram muitas, mas não dava pra colocar no papel do word sempre.

Eu resolvi escrever esse texto, inclusive, por conta de uma dessas minhas aventuras.

Estava eu ontem do lado de fora do bloco, sozinha, fumando. Sexta feira, final de tarde e eu sem nada pra fazer e sem planos pra mais tarde. Meu vizinho chega e pergunta se eu queria ir ao pagode com ele. Ok, pausa para comentário: Eu não frequento lugares que tocam pagode, geralmente. Não é por preconceito, eu até escuto de vez em quando, mas é que não é meu tipo de festa. Eu disse que como eu não iria fazer nada, eu iria sim com ele.

Às nove ele já estava batendo aqui na porta. Nove e meia, mais ou menos a gente parou num boteco desses de esquina, razoavelmente grande e era dia de feirinha no setor, que por acaso ficava em frente ao bar. Havia uma banda, de pagode, claro, se preparando pra tocar. Uma folha A4 na parede avisava que o couvert era R$2.

Outro comentário: O que esperar de um lugar onde o couvert artístico é 2 reais? Desce uma cerveja e lá estamos conversando e rindo dos passantes.

Imagem meramente ilustrativa de cabelo com toneladas de creme rinse
Exemplo de cabelo com toneladas de creme rinse

A média de idade do bar ficava entre 27 e 300 anos. Tinha uma mesa de maranhenses (eu quero deixar claro que não tenho absolutamente NADA contra os maranhenses e eu só sei que elas eram de lá porque o rapaz vocalista da banda deu um salve pras moças) com duas meninas. Short que faz valer o nome da peça, curto, beeeem curto! Aquele cabelo grande, preto, ensopado de creme rinse, sabe? Enquanto essas meninas dançam os rapazes de 237 anos ficam ensandecidos.

Desce outra cerveja e passa uma mulher com os cabelos típicos já expostos acima só que dessa vez eles estão presos. Com alguns fios soltos na frente, sabe? Enroladinhos, pra dar aquele aspecto da franja batendo quase lá no queixo? Ten- dên- ci- a!  As meninas vão me entender mais que os meninos que lerem esse texto e se você é uma menina dessas cabelo-creme-rinse, por favor… Não faça isso com você mesma (n.e: espero que elas entendam, porque eu boiei forte nessa).

Na terceira cerveja há uma movimentação estranha na praça, carros de polícia, sirenes… TIRO! Não é mentira, teve tiro na pracinha, as pessoas corriam apavoradas, era mãe catando criança, o moço dos DVD’s genéricos tacando tudo na sacola, o pipoqueiro correndo com o carrinho, uma loucura, minha gente… Uma loucura. Nisso o cantor, muito sereno, pediu calma a todos do bar, que o show ia continuar. Inventou de fazer um pagode de No woman no cry, do Bob Marley, com o inglês superfluente dele.

Quarta antarctica, eu já meio alta. Como todo bom boteco, sempre tem um menino pedindo dinheiro. Enquanto a música rolava (oou, ou mano crai… oou, ou mano crai..) ele ia de mesa em mesa. Chegou na nossa “Tem cinqüenta centavos, tio?” Meu vizinho: “Ô, parceiro… tenho não” O menino continuou andando.

Pausa para o comentário que eu achei engraçado, pelo menos na hora, do meu vizinho: “O moleque vem pedir dinheiro pra mim bem vestido desse jeito? Olha a sandália dele, nem eu tenho uma sandália que prende atrás!” Parando pra pensar aqui agora, me ocorreu que eu devo ter achado engraçado na hora por conta das 4 cervejas… whatever.

Divagações a parte, pagamos as cervejas*, o couvert e fomos pra outro lugar. Muito mais tenso, diga-se de passagem.

Quem mora em Goiânia deve saber que o Pagode do Xandão não é muito bem freqüentado. Bom, eu já havia escutado comentários, sabe? Mas como eu já estava na chuva, um pingo a mais não ia fazer diferença. Eu linda, loira e bem arrumada num lugar onde só tinha rampeiro. Se não acreditam na decadência do lugar, eu provo com fatos, a lata de cerveja era R$0,50 (isso mesmo, CINQUENTA centavos) (n. do e.: por esse preço, até vale enfrentar esse caos, desde que seja cerveja decente). Sentei numa mesa e de lá só saí pra ir ao banheiro uma vez, no trajeto até lá, me esquivei de três caras, mas na porta, esperando a fila, um teve a oportunidade de me pegar parada. Queria um trago do meu cigarro, sendo que ele nunca tinha fumado na vida (eu sei por que ele falou) e queria que EU colocasse o cigarro na boca dele. Romântico, não?

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Outra imagem meramente ilustrativa

A única mulher bonita que eu vi naquele lugar estava no banheiro quando eu entrei, mas abriu a boca pra falar de um tal de Josnilton que tava ficando com a Sula por lá e ela P da vida por isso. Aí eu desisti da vida. É pra acabar com o pequi mesmo.

Voltei pra mesa, um cara veio atrás…
- Oi, você tem namorado?
-
Não.
- Mas você tá tão sozinha aqui, triste.. não gosto de te ver assim

Eu com uma cara de eu-sei-que-você-não-leu-nem-dez-livros-na-sua-vida
- É saudade.

Já construindo o diálogo todo pro meu grand finale.
- Mas você falou que não tinha namorado…
- Mas eu não tenho namorado mesmo não… Tenho namorada.**

Eu não consigo descrever a cara dele nesse momento, mas eu sei que foi muito engraçada. Depois de 5 segundos de pausa, ele diz resignado:

- Foda.

E sai.

Passa um tempinho, vem outro:

- Oi.

Eu sempre simpática:

- Oi.
- Tudo bem? Você tá tão desanimada aqui. Tá sofrendo de amor?

Eu com uma cara de eu-sei-que-você-manda-cartões-animados-no-orkut-com-frases-prontas:

- É, tô sim.. com saudades da minha namorada.

Ele fez a mesma cara do outro, mas não desistiu tão fácil e mandou essa aqui, atentem para o lirismo do rapaz:

- Mas… para esquecer uma paixão, só uma outra paixão. Eu quero te fazer sentir melhor.

Com voz de locutor de rádio e toda aquela cadência ao falar. Eu quis que parassem o mundo pra eu descer, naquele instante.

Eu só balancei a cabeça e ele saiu Pô, mas eu só levo fora.

Algumas investidas muito mal sucedidas de alguns rapazes que não tiveram tanta graça aconteceram e lá pelas 2h eu já não agüentava mais aquele lugar com mulher de boné e uma piranha tamanho extra G no rabo (rabo do cabelo), homem de pochete dançando rebolation ao som de Dj Panqueca, garotas creme-rinse e coisas do gênero. Fomos embora.

Eu sou uma pessoa que gosta de viver novas experiências e eu admiro as pessoas que são assim. Mas, se você um dia vier a Goiânia e te chamarem pra ir ao Pagode do Xandão, eu não aconselho! Mesmo que você seja uma dessas pessoas que gostam de se aventurar. A frase que provavelmente ficará na sua cabeça durante toda a noite deverá ser a mesma que ficou na minha: O que diabos eu estou fazendo nesse lugar?.

* Era só pra ficar bonito no texto, eu não paguei nada.
** Eu não tenho namorada. Mas quer desculpa mais eficiente pra dispensar um cara?

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