Resolvi adiantar essa idéia que eu tinha a um bom tempo na cabeça. Vamos dizer que esse é o post piloto e vocês irão me dizer se é bom, divertido, vale a pena ou é uma grande porcaria.

Todo mundo já deve ter feito uma dessas lista de 5 mais-alguma-coisa. O Rob vive fazendo e o Judão faz lista de 8. Agora, que tal fazer uma lista de 5 “qualquer coisa” e o “,5” seria algo que não é bom o suficiente para ser o 5º mas é bom o bastante para não ser o 6º. Ou seja, fica ali, na intermediária.

Acho que ficou um pouco claro a idéia, não é?

E como post piloto, vou listar aqui os 5 filmes do Jack Black que eu mais gosto mais o “meio”. Você não sabe quem é Jack Black?!?! Então clique aqui e pesquise.

[1] Escola de Rock (School of Rock, 2003)

Não tem como não gostar desse filme! Não tem como não se empolgar com esse filme! Lançado em 2003, Jack Black interpreta Dewey Finn, um cara que foi expulso da própria banda e consegue um “emprego” como professor substituto em uma escola conversadora. E o que ele resolve ensinar para as crianças? Rock! Mas com o intuito de formar uma banda e participar de um festival. Não vou ficar falando sobre a história do filme porque VOCÊ já deveria ter assistido (caso ainda não viu). Excelente trilha sonora, as crianças do filme são divertidas e temos um Jack Black quase totalmente solto.

Excelente filme para se assistir nessas festas familiares.

[2] Tenacious D – A Palheta do Destino (Tenacious D in The Pick of Destiny, 2006)

Aqui sim o Sr. Black está totalmente solto. Tenacious D é uma banda formanda por Jack Black e Kyle Glass, com som puro rock e letras engraçadas. O mais próximo que temos, aqui no Brasil, seria o Massacration. A diferença é que o som do D privilegia o violão e é uma banda formada por duas pessoas.
Tenacious D já foi uma série na HBO e depois virou esse filme. O filme mostra como JB e KG se conhecem, formam o Tenacious D. E eles percebem que para alcançar o estrelato do rock, precisam da Palheta do Destino – uma palheta formada com o dente do diabo – que está no Museu do Rock.

Desligue seu cérebro e assista.

[3] O Amor é Cego (Shallow Hal, 2001)

Além de comédia, esse filme é uma lição de moral. Escrito e dirigido pelos irmãos Farrelly, mostra a história de um cara surperficial chamado Hal Larsom (Jack Black). Ele só se interessa por mulheres bonitas, independente da personalidade delas. Até que um dia ele é hipnotizado e passa a enxergar as mulheres através da beleza interior delas. Vale aqui comentar a presença da linda Gwyneth Paltrow (linda desde o Duets) e a interpretação hilariante de Jason Alexander (o eterno George, da série Seinfeld). A lição de moral aqui é: vale mais a beleza interna do que a externa. O que é a mais pura verdade. Alguma garota aí gostaria de conhecer minha beleza interna?

Assista sempre que você estiver com a estima baixa, por causa da sua aparência.

[4] Nacho Libre (Nacho Libre, 2006)

Jack interpreta Nacho, um monge que vive em um orfanato, no México. Fã de lucha libre, ele resolve virar um luchador e conseguir dinheiro para melhorar a vida das crianças do orfanato e impressionar a nova freira do orfanato, Irmã Encarnação (interpretada por Ana de la Reguera, ô mulher linda, jesus amado!). Seu parceiro de luta é o Esqueleto (interpretado pelo engraçadissimo Héctor Jimenéz). É uma sátira e uma homenagem a esse estilo galhorfa de luta.

Uma curiosidade: Ramses, um personagem do filme, é realmente luchador. Seu nome é Cesar “Silver King” Gonzalez.

Assista para descontrair muito e também por causa da Ana de la Reguera.

[5] King Kong (King Kong, 2005)

King Kong é um excelente filme que teve um problema: foi vendido como blockbuster, quando o correto é que KK é um drama feito com muito dinheiro, dirigido por Peter Jackson (do Senhor dos Anéis) e com efeitos especiais excelentes. Aqui, Jack é Carl Denham, um diretor de cinema inescrupuloso que resolve levar alguns atores para a Ilha da Caveira, com o mote de fazer um filme, quando na verdade ele está atrás do lendário Kong, um macaco gigante. KK é uma história que todo mundo conhece. Foi a primeira vez que vi JB em um papel sério, o que me impressionou bastante. Para quem achava que ele era apenas um ator de comédia, se ferrou. JB mandou bem nesse filme e mereceu o 5º lugar.

Assista por três motivos: os efeitos especiais incríveis, a história e por ser direção do Peter Jackson (uma mistura que não dá erro).

[5,5] Alta Fidelidade (High Fidelity, 2000)

Sou muito fã desse filme. Tão fã que tenho o livro, o filme a trilha sonora. Só me falta o poster. Mas se eu sou tão fã assim, porque ele ficou em 5,5? Simples: JB é apenas um coadjuvante. Aparece pouco no filme, mas quando aparece, rouba a cena. Alta Fidelidade conta a história de Rob Gordon, um cara de trinta e poucos anos, que tem uma loja de discos de rock (Championship Vinyl) e adora fazer lista de top5. Após o fim de um namoro, Rob faz uma lista de top5 namoradas que acabaram com ele. É o meu livro/filme de cabeceira.

No filme, o Rob é interpretado por John Cusack (outra cara que sou fã), que ficou ótimo no papel de Rob Gordon.

Conhece o blog Championship Vinyl? Pois é… E Alta Fidelidade também me inspirou para começar a fazer listas de 5mais.

E aí, pessoas… gostaram desse projeto TOP5,5? Vale a pena continuar? Se vocês gostaram, aí eu lanço o projeto completo!