Quando não se vê a família (avós, tios, primos, cachorro, papagaio, etc) por muito tempo sempre tem aquela coisa: será que ele cresceu mais? Será que aquela prima engordou? Será que ele cortou o cabelo que estava precisando? E assim vai, para pior às vezes…

Mas é sempre bom encontrar os parentes, porque as conversas são diferentes, não mais as provas e trabalhos de final de semestre (com excessão dos primos que prestam vestibular). E lá eu estava num bonito restaurante, um calor infernal e os convidados: meus pais, meus avós, 3 tias, 2 tios e 1 prima. Minha irmã infelizmente estava fazendo prova da unicamp então eu seria a porta-voz das próximas atividades dela (uma delícia isso).

Os “oi” e “como vai” não são suficientes. É hora das perguntas como: “puxa, você está tomando muita cerveja?”, “quando você vai apresentar seu namorado para ele tomar um trote pela família?” e as campanhas como “bivó 2008” (e o pior é que ele tem 1 filha de 15 anos namorando). Enquanto comemos e bebemos, vêm as conversas e as tensões de assuntos políticos, religiosos, educação para lá, corrpção para lá, o futuro sempre nos assuntos…

Mas no final, mesmo com as perguntas constrangedoras, sempre é gostoso almoçar em família, rever os parentes e ter um bom almoço típico de domingo.