Blablaismo

Blablabla de qualidade | Podcast musical

Archive for outubro, 2007

2º GDO

Posted by Wagner Brito On outubro - 30 - 200712 COMMENTS
Está ocorrendo, nessa semana e na próxima, a Segunda Grande Devastação Orkutiana – 2º GDO. Em outras palavras, estou limpando minha lista de contatos no orkut.

Quando aconteceu a Primeira Grande Devastação Orkutiana – 1º GDO – 300 pessoas foram para o saco, ou seja, foram retiradas dos meus contatos. A 2º GDO não promete grandes mortes, mas um número significativo vai acontecer.

Tudo isso só para mostrar que eu estou totalmente sem idéias bloguisticas!

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Que p**** de crise?

Posted by Wagner Brito On outubro - 29 - 20072 COMMENTS
Um recado útil para vocês: se vocês lerem em algum lugar que o Brasil vive uma crise financeira, não acreditem!

Afinal, para ter crise, é necessário ter estabilidade. Parafraseando o presidente Lula: nunca, na história do Brasil, houve um período de estabilidade financeira em todas as camadas sociais.

Hoje, não sei porque, acordei revoltado. É pé na porta, tapa na cara. Deve ser o calor…

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A revolução

Posted by Wagner Brito On outubro - 26 - 20072 COMMENTS

texto baseado na leitura do texto Repensando a noção de cidade in A cidade de Ana Fani A. Carlos, Contexto, 1994.

O capitalismo produz as cidades, pois elas abrigam o modo de produção. O capital controla tudo e a todos, pois hoje vivemos sob condições ditadas por um modo de produção capitalista desenvolvida pelos homens. Então, será o capital uma espécie de Deus, sendo adorado e mistificado? Doutrinando o modo de como os homens devam (sobre)viver?
O modo como a sociedade vive hoje se dá pelo modo de como o capital se reproduz, sendo condicionado por seu estágio de desenvolvimento. As pessoas não fogem ao controle do capital, já que tudo – o que inclui moradia, trabalho, alimentação, saúde e educação – tende a submerte-se às necessidades e às perspectivas de sua acumulação.
Impõe-se à disciplina e à ditadura do capital.
O processo de produção humana é determinado por um contexto histórico que produz as condições de sua existência no mundo do capital. Dessa forma, resulta uma vinculação direta ou indireta das condições de como se dá a vida em sociedade urbana, ocorrendo o aprofundamento das distâncias entre a opulência e a miséria.
Ao se modificar as condições da vida em sociedade, por uma mudança de mentalidade, pode-se modificar as regras que ditam a distribuição da riqueza e, consequentemente, a sociedade. Portanto, a revolta é clara manifestação de resistência a um sistema que determina as vidas humanas a uma frequência frenética e alienada.
No final das contas, nem tudo está perdido e, em algum lugar preservado, resta a esperanças de um mundo melhor e mais justo. O deus capital deveria sentir-se ameaçado. A revolução se faz por cada um, dentro de cada um.

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Humor #000000

Posted by Wagner Brito On outubro - 26 - 20071 COMMENT

Quer fazer protesto, sem problema. Mas usar a calcinha daquela sua amiga, ligeiramente acima do peso, como cartaz de protesto é sacanagem!

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Revival 80

Posted by Wagner Brito On outubro - 23 - 200710 COMMENTS
Punks espancam adolescente no centro de São Paulo

Punks matam ajudante em quiosque no Parque D. Pedro

Acredito que estão levando essa moda revival década de 80 muuuuito a sério.

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Das mulheres que me decepcionei…

Posted by Wagner Brito On outubro - 21 - 200712 COMMENTS
Ahhh Glorinha, sim, eu lembro de você…

Eu me lembro de que sempre disputei para sentar perto de você, no colegial. Você tinha o seu fã-clube declarado, mas eu admirava você em silêncio. Sempre arrumava um jeito de ninguem perceber. Ninguem poderia perceber, somente você.

Me lembro de seu cabelo negro, negro como a noite, negro como jabuticaba. E fazia uma harmonia celestial com a sua pele morena-clara. Lembro também do seu perfume, o único perfume que não irritava meu nariz.

Teve um dia, naquela aula chata de quimica, que você encostou sua carteira na minha. Era exercicios em dupla, e você tinha esquecido seu livro. Como eu gaguejava, lembra? Sua presença era intimidadora demais para o tímido garoto que eu era.

Sempre quis te chamar para sair, Glorinha. Mas, naquela época, entender o mundo feminino era o mesmo que entender física quantica. Hoje ainda não entendo nada de fisica quantica, mas consigo entender melhor as mulheres. Mas, antes, Glorinha, era impossível. Por isso te admirava em silêncio. Em meus sonhos nós fomos o melhor e mais incrível casal que esse mundo jamais viu!

Mas… Glorinha, cacete, o que aconteceu com você? Cadê toda aquela candura e inocência que eu admirava? A sua barriga lisinha, o seu cabelo negro… como você mudou! E será que pode dançar mais devagar, quero colocar essa nota de vinte reais na sua calcinha…

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