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Preciso ser sincero e dizer que essa mudança já estavam me queimando por dentro, me sufocando, remoendo… bem, vocês já entenderam como eu me sentia. Além de uma vontade enorme de deixar o Blá-bláismo com uma aparência mais bonita, mais madura.
Mas também não poderia ser apenas mais um corpinho bonito nessa blogosfera, não é? É preciso ter conteúdo. Por isso, convidei duas pessoas para fazer parte do elenco fixo deste blog. E não é que eles aceitaram!
Um quase todos conhecem. É o Júlio, do Juliu’s Pub. Ele vai cuidar da seção Happy Hour, além de, algumas vezes, colocar algum texto aqui na parte principal. E a mais nova, e preciosa, aquisição é a Carol. Iniciante nesta blogosfera, mas nem por isso com pouco talento. Além do mais, a garota é engajada nos problemas sociais. E também vai colocar aquele charme que só as mulheres possuem. Mais sobre esses dois vocês podem saber clicando ali, na aba Blá-bláistas.
Temos também uma nova seção, chamada Folis Verghet. Quer saber o que é isso? Entra lá, preguiçoso!
De igual, só o Blog do Mês. Nem preciso dizer como funciona, não é?
Sejam bem-vindos ao novo Blá-bláismo!
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- Senhor Wagner?
- Sim.
- Bom dia, meu nome é Renata e trabalho para a Fininvest. O senhor não estaria interessado em adquirir um dos nossos cartões de créditos?
- Não, obrigado.
- Nosso cartão possui várias facilidades que, com certeza, vai agradar ao senhor. Temos…
- Antes de continuar, acompanhe meu raciocinio: com o cartão de vocês, poderei fazer comprar e pagar somente 30 dias depois, certo?
- Sim, senhor.
- Só que se eu não pagar no final dos 30 dias, meu nome vai acabar no Serasa, correto?
- Ahn, provavelmente, senhor.
- Então de que me vale ter o cartão de crédito??
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Não vou escrever sobre o talento do Baleiro. Ele tem boas músicas, presença de palco. Merece o sucesso que possui. Agora, o que não merece elogios foi a organização do show. Ouvi muitas reclamações após o término. Não, ninguem veio reclamar diretamente a mim, mas prestei atenção nos comentários que eu ouvia.
Houve o boato de que a empresa responsável teria vendido muito mais ingressos que a casa consegue suportar. Esse “mais”, pelo que fiquei sabendo, ficou entre 30% e 60%. Não sei dizer se isso é verdade, mas a impressão que tive é que foi vendido muito mais ingressos. Estava muito, mas muito cheio. E quente! Em menos de 10 minutos gotas de suor já apareciam em minha testa.
Outro problema foi como o som foi disposto. Apesar de ser uma “filarmônica”, a acústica não é uma das melhores. Não para esse tipo de show. Havia lugares que se ouvia apenas ruídos. Mas dos lugares possíveis de se ouvir, deu para perceber que o técnico de som fez milagre.
Mais um problema: seguranças. Esses macacos acefálos deveriam ter aulas de boas maneiras, e não agir como trogloditas. Principalmente com a imprensa. Não sou jornalista, mas eu estava lá representando uma mídia. E mesmo se eu não fosse, educação é um item básico e obrigatório em qualquer profissão. A falta de educação de um deles me resultou em algumas fotos tremidas e uma câmera quase quebrada.
Assim parece que o show foi péssimo. Muito pelo contrário, muitas pessoas gostaram. Aquelas que conseguiram um bom lugar, gostaram. Baleiro cantou seus maiores sucessos, vários deles cantados em unissono pela platéia. A organização do show acertou em colocar telões em lugares onde realmente não era possível ver o palco.
Claro que eu gostaria, e muito, de escrever uma boa resenha. Tenho a impressão de que pratiquei jornalismo gonzo. Abaixo algumas fotos do show, as que eu acho que valia a pena.



ps.: abaixo é post novo também!
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