Hoje morreu o meu hamster de estimação. Na verdade o hamster era da minha irmã. E para completar era a hamster. Enfim, a branquinha morreu.

Branquinha era como eu a chamava, já que minha irmã tinha colocado um nome complicado demais. Isso me fez lembrar de todos os bichinho de estimação que já tive e que agora estão lá no céu dos animais.

Eu tive um cachorro, o Bob, que era uma mistura de pastor alemão com vira-lata. Ele era pequeno como um vira-lata, mas o pêlo e o corpo era de pastor alemão. Ele era bonito, com a cara preta e o corpo marrom. E nervoso! Caracas, como ele era nervoso. Eu fui mordido por ele umas três vezes, se não me engano. Mas geralmente ele mordia quando não gostava da brincadeira. Um certo dia ele saiu de casa no momento em que a gente abria o portão e foi atropelado. Morreu com sete anos.

Eu tive também um peixinho de aquário. Só que ele era um tanto quanto suicida, pois vivia pulando para fora do aquário. Um dia saímos e quando voltamos ele já estava morto, no chão. O aquário ficava a um metro e meio do chão.

E já perdemos vários passarinhos que meu pai e meu avô gostam de ter.

Eu nunca maltratrei meus animais de estimação. Sempre cuido bem deles. Não entendo como pode ter pessoas que sentem prazer em maltratá-los. Qual o motivo, qual a razão? Um animal só ataca se ele se sentir em perigo. É tão comum vermos noticias de trafico de animais, extinção de alguma espécie, matança desenfreada para utilizar a pele para roupas de luxo, e descartamos a carne.

É nessa que a gente tem que pensar: somos mesmo animais racionais?

BRANQUINHA: 2005 – 2007 – Descanse em paz.


Pankwood, agora é a sua vez de realizar o desafio…