Eu peço desculpas. Realmente não ficou claro quando expliquei a segunda parte. Vocês terão que realizar o desafio sim. Mas não todo mundo agora. Só depois que eu escrever sobre o tema que cada um me mandou.

Exemplificando: quando eu postar o texto do Monsieur, ele vai pedir para que os leitores do blog dele mandem temas para ele. A mesma coisa a Iaiá, o Master… Ou seja, um de cada vez. Assim fica mais organizado, já que todos nós freqüentamos blogues em comum. Senão ia ficar um desafio do crioulo doido! rs

Entenderam? Qualquer coisa, eu explico mais.

Só este, da Mari, que não precisa realizar o desafio. O blog dela é de entrevistas. Seria um tanto quanto inviavel ela realizar esse tipo de desafio.

Agora sim, vou escrever sobre o show do Ultraje a Rigor.

Rio Claro é uma cidade de médio porte, no interior de São Paulo. Fica próxima de Campinas, sentido leste, e próxima de São Carlos, sentido oeste. Só para vocês se localizarem melhor. E RC não tem uma casa de espetáculos, propriamente dito. Então a maioria dos shows acontece nos clubes que aqui existe. Dois deles costuma cobrar caro, para quem não é sócio. Caro até com carteira de estudante.

O show do Ultraje foi em um lugar que costuma ser caro. Quarenta ou cinqüenta a entrada inteira. Alguns podem falar que estou exagerando, mas isso é caro, para uma banda nacional. E por causa disso eu não iria nesse show. Eu estava chateado por isso, porque Ultraje é uma das bandas nacionais que eu mais gosto.

Até que eu recebo uma mensagem de um amigo: “Ae Wagner, tá afim de tirar fotos no show do Ultraje?” E macaco quer banana? Fui tirar fotos com o Art, do Silencio de Chumbo.

Mas como minha função era apenas entregar para as pessoas o papel com o www do site, e o Art não deixou eu tirar fotos, me restou apenas curtir o show. Que chato, não é? Alias, muita mancada não deixar eu tirar fotos, viu senhor Arthur!

Enfim, já que eu não seria muito útil, fui fazer o que geralmente eu faço em shows como esse: ficar o mais próximo possível do palco! E Ultraje sabe como fazer um show. De costuma, saio rouco de tanto cantar! Ao final, eu, o Art e mais um amigo ficamos próximo a porta de acesso aos bastidores. Não sabíamos se conseguiríamos entrar, mas o bom daquele lugar é que tinha um ventilador. Estava quente demais, vocês não tem noção!

Conseguimos entrar e conversamos com a banda. Como sempre, os caras do Ultraje são gente boas. Principalmente o Roger. Ele não é como outros caras, que se acham a última bolacha do pacote.

Depois do show, e isso já era 03:30 da madrugada, resolvemos ir ao Habib’s. O bom do Habib’s é que ele fica aberto até as 06:00 aqui! E próximo do Habib’s fica o hotel onde a banda ficou hospedada. Até comentei com o pessoal: Olha o ônibus da banda ali.

E quem aparece quando nós estávamos pagando a conta? Ele mesmo, Roger Moreira! O mais engraçado é que parece que só nós e um outro pessoal achamos legal o fato do cara estar ali. Não é todo dia que encontramos um roqueiro famoso ao nosso lado. O cara deve odiar a gente até agora, porque pedimos para ele tirar fotos novamente com a gente.

Vai que ninguem acredita que encontramos ele no Habib’s, as quatro da manhã. As fotos estão aí abaixo. Quem as tirou foi o Art. Mas quem aparece nas fotos é o Escobar, um amigo nosso. E antes que alguém reclame: sim, eu raspei a barba antes do tempo previsto. Mas ela não iria ficar diferente de como ela aparece a uns post atrás.

Mas você não falou sobre dinheiro, Wá! Bem, o mais legal é que eu passei por tudo isso com apenas R$1,50 no bolso. O suficiente para pagar a tia que ficou cuidando do meu carro. Aliás, eu não tinha dinheiro para a gasolina. A pouca que tinha fez milagre! Só fui no show porque eu entrei de graça… e os caras pagaram as minhas esfihas, como modo de agradecer! Pra que dinheiro nessas horas!

Pô, sou um universitário desempregado ainda! rs