Blablaismo

Blablabla de qualidade | Podcast musical

Archive for abril, 2007

Mudanças, para o bem ou para o mal…

Posted by Wagner Brito On abril - 26 - 200718 COMMENTS

Que atire a primeira pedra quem não tem medo de mudanças!

Todo mundo tem medo de mudanças, afinal, a gente nunca sabe o que vai acontecer. Mesmo com tudo planejado, tudo esquematizado, algo pode acontecer e pronto: aconteceu merda!

Mas convenhamos que mesmo com esse medo, é impossível ficar parado. O mais engraçado é que mudamos mesmo quando não queremos. Mudar é crescer.

Eu sou uma pessoa que mudou muito. Não sou um camaleão, mas se pegar tudo o que já me aconteceu, desde pequeno até hoje, dá para perceber que não sou mais a mesma pessoa de antes. Mas nada desse papo de mudei para melhor ou mudei para pior. Apenas mudei. E encarei todas as conseqüências desse ato. Claro que não todas, mas encarei.

Mas o que realmente me incomodava antes era mudar de casa. Fazer mudanças é um saco! Empacota, carrega, descarrega e desempacota. Ô coisa chata! Isso é trauma de infância, já que até os 14 anos eu mudei de casa três vezes. E dentro da mesma cidade!

Outra mudança que eu demorei para fazer foi com o layout desse blog. Tive que explicar qual o espírito do blog e ainda por cima fiquei dando palpites sobre a mudança. Até que finalmente ficou do modo que eu queria. E para melhorar, agora namoro a garota que fez esse layout. Olha aí um excelente exemplo de boa mudança!

Agora, uma mudança que eu não gostei foi quando eu tive que mudar de escola, na quinta série. Tanto que fiz poucas amizades na nova escola. Eu gostava da antiga, tinha pessoas que eu conhecia desde o maternal. Desse povo, agora, só vejo um ou dois esporadicamente. Péssima mudança!

Mas já que temos que encarar mudanças – fisicas, locacionais, sentimentais ou de pensamentos – encaremos de frente! Fé em Deus e pé na tábua¹!


Carol, sua vez de fazer o desafio. E aposto que você irá realizá-lo com louvor!


¹eu sempre quis escrever isso!


Estou viciado no baralhão! E é de graça! Caso alguém participe também, meu apelido é Wag.

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Alô Alô Teresinha!

Posted by Wagner Brito On abril - 24 - 200713 COMMENTS
Tudo começou quando um homem-das-cavernas virou para outro homem-das-cavernas e balbuciou algo que o outro entendeu. Estava assim iniciada a comunicação.

Milhares de anos depois, aqui estamos nós, utilizando vários modos e tipos para se comunicar. Cartas, emails, mensagens de celular, televisão, sinais de fumaça, blogues, post-its, rádio. Enfim, a forma de se comunicar é vasta.

A comunicação é tão importante que até inventamos cursos universitários para estudar a comunicação. Escrevemos vários livros que ajudam as pessoas a melhor se comunicarem com as outras.

Agora, o modo para qual utilizamos essa comunicação é que é o x da questão. Podemos usar para o bem ou para o mal, para instruir ou distrair. É por isso que várias vezes temos que tomar muito cuidado com o que vamos dizer, o que vamos comunicar.

Principalmente aquelas pessoas que são influencia para milhares de pessoas. Só como exemplo: em setembro do ano passado, o Papa Bento 16 citou um texto medieval que criticava Maomé e disse que o islamismo foi disseminado pelo mundo através da violência. Quase terminou em guerra. Só não terminou porque o Vaticano fica na Itália, e não nos EUA.

Um outro exemplo do poder da comunicação, agora mais ligado diretamente a nós: os caras-pintadas, que queria o impeachment do então presidente Collor, em 1992. É totalmente sabido que quem organizou o movimentos foram as duas “grandes da comunicação” tupiniquim. Apesar de tudo, ainda serviu para algo útil.

Como dizia o Velho Guerreiro: “Quem não se comunica, se trumbica!”


Anna Flávia, sua vez de pedir temas! Boa sorte!

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Uma pausa no desafio…

Posted by Wagner Brito On abril - 22 - 200712 COMMENTS

… para um momento de felicidade e amor!

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Banheiros

Posted by Wagner Brito On abril - 19 - 200721 COMMENTS

Banheiro é um lugar interessante, se você analisar.

Nos banheiros masculinos existem regras de conduta. Desobedecer pode acarretar sérios problemas (leia-se brigas). Se você está esperando o outro cara terminar, mantenha distância mínima 1 metro. A não se que você jogue para o outro time. Mas mesmo assim, mantenha distância.

Se você tem vergonha de urinar em público, use as cabines. Nada mais ridiculo e bizarro um cara que fica lá, parado, na frente da privada, pensando em cachoeiras para ver se ele finalmente consegue aliviar. Eu lembro uma vez eu fui em uma balada, bebi muito e precisava vomitar. Entrei no banheiro, tinha um cara lá, perto de uma privada e olhando fixamente para a parede. Fui para uma das cabines e fiquei mais ou menos 10 minutos. Como diria minha avó: eu vomitei até as tripas. Quando saí, o cara continuava lá. Vergonha de mijar em publico, tsc tsc tsc.

Outra coisa: banheiro masculino não é lugar de conversas. É um lugar prático, não tem o que enrolar! A gente não fica conversando sobre garotas ou carros. Ficamos quieto, esperando a nossa vez. E boa parte lava a mão. Eu, pelo menos, sempre lavo.

Mas as minhas maiores dúvidas e admirações são acerca do banheiro feminino.

Em festas e baladas, que tem o banheiro masculino e o feminino, o masculino sempre fede. É quase uma regra: banheiro masculino deve ser nojento por definição. Já o feminino é uma beleza. Nunca vi um banheiro feminino que tivesse cheiro ruim. Se bem que nunca entrei em um banheiro feminino. Se eu entrar, deixa de ser um lugar místico.

O que nos leva a clássica pergunta: por que mulher sempre vai em dupla para o banheiro?

Aliás, já é estranho pensar em mulher no banheiro, fazendo as mesmas necessidades fisiológicas que os homens. Tanto que tem vários filmes que apelam para esse fato. Eu sempre dou risada, pois é algo que não consigo imaginar mesmo!

E banheiro de casa é lugar neutro. Não dá nem para fazer alguma piadinha ou comentário.


Iaiá, você já sabe o que fazer, não é?
Faz tempo que eu não fazia um texto pequeno.

P.S. de última hora: Pessoal, é para a Iaiá fazer o desafio. Ela tem que pedir para os leitores do blogue dela sugerirem temas. Mas ela é livre para escrever sobre banheiros.

P.S. romântico: Estou apaixonado por uma garota que sofre de prililifobia

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Santo Daime

Posted by Wagner Brito On abril - 17 - 200719 COMMENTS
Acho que todo mundo aqui já ouviu falar em Santo Daime. Principalmente do famoso chá. Acredito até que quase todas as emissoras de televisão do Brasil já fez uma reportagem sobre isso. Se não todas, pelo menos as principais.

Pesquisando – e pensando o que escrever – sobre esse assunto, eu vi que eu já conhecia o famoso chá. Nunca tive oportunidade de experimentar, mas conheço vários amigos que experimentaram e me falaram como é a sensação. Eu conhecia como ayahuasca.

Segundo meu amigo Furlan, em suas próprias palavras: “Primeiro vem o efeito colateral (alias, acho que é a única droga que você se sente mal antes, e não depois) mas depois que passa, o corpo fica mais leve, parece que ele perde as fronteiras entende? É como se a pessoa, uma arvore e um pedaço de uma parede fossem tudo um corpo só, interligado, e você sente uma especie de ligação mais forte com a natureza e com as outras pessoas… Como se fosse uma grande quebra de todo aquele egoismo que a gente vai acumulando. No fim, você se sente mais puro, mais livre, mais independente de tudo aquilo que a sociedade te impõe“.

Ayahuasca é uma bebida inca produzida a partir da mistura de cipó mariri e chacrona. Para os que são contras, ela é uma bebida alucinógena. Os defensores chamam de enteógeno.

Eu já tinha lido algo a respeito nas antigas revistas Chiclete com Banana. Eu tenho algumas, acho que foi a melhor publicação de quadrinhos já produzidas nessa nossa terra tupiniquim. E de vez em quando a ayahuasca aparecia como uma bebida alucinogena. Na época, eu achava que o barato dela devia ser parecido com outro chá famoso: o chá de fitas. Agora sei que não é.

Ah, esqueci de explicar: Chiclete com Banana era uma revista criada por Angeli, mas rolava contribuições de outros cartunistas como o Laerte e o Glauco.

É até engraçado lembrar disso. Eu lembro de um leitor mandou uma carta reclamando que o pessoal estava relaxando na produção da revista. Eu não lembro por completo a resposta do Angeli, mas em uma parte ele falava “eu estou em crise, o Glauco caiu em um caldeirão de Santo Daime e não sai mais…”. E é por isso que eu coloquei aquela tira lá no inicio do post. É uma espécie de homenagem deturpada.

Finalmente entendi o que o Angeli quis dizer! Não vou explicar o Santo Daime nem a Ayahuasca. Tem site e pessoas que conseguem fazer isso com melhor qualidade do que eu. Eu até ia tentar, mas ler sobre isso me fez lembrar desse fato que escrevi linhas acima.

Para entender realmente:
Santo Daime
Ayahuasca


Henrique, sua vez de fazer o desafio. Peça para as pessoas sugerirem temas para você.

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Bolo e Lasanha. Nhami Nhami!

Posted by Wagner Brito On abril - 13 - 200721 COMMENTS

Dizem que o bolo originou-se na Grécia. Isso é verdade. Agora, falar que ele foi uma criação dos deuses já é mentira, balela, história-para-boi-dormir.


“O primeiro bolo foi criado na Grécia Antiga para homenagear Ártemis, Deusa da Caça. Naquela época, as velas colocadas em cima da massa representavam o luar que, de acordo com a mitologia, era o instrumento da Deusa para proteger a Terra”.

Isso é tão falso quanto uma nota de trinta reais. Na verdade, ele foi criado por Tia Anastássias, famosa cozinheira daquela época. Só que o bolo era algo quase, mas não completamente, diferente de como a gente conhece. Era uma massa disforme. O povo só gostava porque combinava que uma beleza com vinho. Ou qualquer outro líquido que ajudasse a fazer aquela massa descer garganta abaixo.

Sabe quando alguem te promete algo e não cumpre. “Fulano de tal me deu bolo!” Geralmente a gente fala isso quando marcamos um encontro e uma das pessoas não aparece. Adivinha onde surgiu essa frase! Grécia, de novo! Eles falavam isso quando alguem dava um bolo, mas esqueciam do líquido para ajudar a descer aquela gororoba. É sério!

Já na Idade Média, numa região em que séculos mais tarde seria a Alemanha, o bolo era usado em festivais conhecido como Kinderfest. Foi de lá que surgiu o kinder ovo, mas até agora ninguem descobriu se isso tem alguma relação com bolo.

E agora o bolo tem uma importante mundial, quiça universal. Principalmente com o capitalismo. Usamos trigo argentino para fazer um singelo bolo de cenoura. Quer maior união de povos do que isso? Imagine o tradicional chá-das-cinco dos ingleses. Vocês acham que eles apenas bebem chá? Que isso! Tem um pedaço de bolo junto. E geralmente usam uma receita francesa.

E como sabemos, bolo é sobremesa. Não podemos viver apenas de sobremesa. Precisamos de uma refeição principal como desculpa para a sobremesa. E foi aí que surgiu a lasanha.

A lasanha é uma das poucas coisas do mundo que não surgiu na Grécia. Ele é uma invenção italiana. Eles já tinham enjoado de macarrão todo dia. Até que Mário e seu irmão Luigi, dois cozinheiros desastrados, deixaram o macarrão passar do ponto. Criou-se uma massa estranha, que eles pegaram, amassaram, colocaram molho, outra camada dessa massa, mais molho, queijo e pronto: uma cagada que deu certo.

Segundo boatos, os ingleses é que inventaram a lasanha. Mas eles negam. Alegam que nunca inventariam algo que não combinasse com o chá.

Hoje a lasanha é tão famosa quanto o bolo. Quase todo mundo fala que gosta de lasanha. É até clichê. Se você olhar em alguns perfis no orkut, vai ter alguem que escreveu que gosta de lasanha. Existe até blog que tem lasanha no nome! E de abobrinha!


The Master e Vanessa Lee: agora é a vez de vocês realizarem esse desafio em seus respectivos blogues. Vocês terão que desafiar as pessoas a sugerirem temas!

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