Gostaria de me desculpar por ter postado dois textos que nada tem a ver com proposta deste blog. Ocorreram em um momento de insanidade, praticamente.
A partir deste já voltamos com a programação normal.
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Só me ferro!
Quando que o vento vai começar a soprar a meu favor??
Sinceramente: estou muito cansado de ser eu. Muito.
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Ela: nossa!!! Sabe porque isso? Porque você é um cara muito timido… você é bonito, super gente boa… é só por causa da timidez mesmo…. mas acaba atingindo sua auto estima…
Eu: atinge mesmo
Ela: eu sei… você acaba achando que você está sozinho por causa disso, daquilo, sendo que na verdade é só por causa da timidez… E olha que se eu não te conhece bem jamais diria que é timido….
Eu: eu uso minha extravagancia para esconder minha timidez
Ela: acredito… mas vai tentando trabalhar isso… eu sei que é dificil, mas você consegue…
Eu: vc sabe que é muito mais fácil uma mulher chegar em mim do que o contrario né
Ela: Eu sei… mas não deveria… E também não tem porque eu te jogar confete! Você já deveria saber há muito o quanto bonito, gente boa e inteligente que você é! Se não sabe ainda está atrasado!
Eu: ahh eu tenho um certo problema de acreditar nessas minhas “qualidades
Ela: é, porque sou só eu que acho, né… Só a xxxxxx, mais ninguem no mundo…
Eu: que isso. muita gente me fala essas coisas. atém ficam bravas pq eu reluto a acreditar
Ela: todos mentirosos…. inclusive eu…. somos um bando de Pinoquios… melhor: temos pena por você ser tão péssimo… aí ficamos inventando tudo isso…. pára, né?
Ela: acredite em você e pronto… ou acredite nos outros, se preferir… eu sei que é foda, mas é preciso lutar contra esse problema… chame a menina pra sair, dê indiretas e tals… eu aposto que ela vai cair na sua… as vezes é extamente isso que ela esta esperando…
Eu: espero que sim
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Trecho de uma conversa via msn com uma amiga. Ela é uma dos poucos amigos que eu tenho neste planeta que tem autoridade para “dar um puxão de orelha” em mim.
Conversávamos sobre uma garota que conquistou meu coração. Esse trecho é um dos mais importantes da conversa.
Estar apaixonado, no meu caso, é altamente complicado.
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Esse livro é sensacional. Com certeza entrou na minha lista de livros preferidos de autores nacionais. O primeiro é Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis. E com certeza, O Grande Mentecapto vem em segundo.
Primeiramente, segundo o Aurélio, mentecapto é uma pessoa que perdeu a razão, louca. Um tolo, néscio. Lendo, uma das minhas primeiras dúvidas foi: Será que ele realmente teve razão um dia?
“O nome verdadeiro de Geraldo Viramundo, embora ele afirmasse ser José Geraldo Peres da Nóbrega e Silva, era realmente Geraldo Boaventura, e assim está lançado no livro de nascimento em Rio Acima”. (página 9)
Na linha da novela picaresca – vide o Dom Quixote de La Mancha, de Cervantes -, em que o personagem desloca-se por um espaço indefinido, à cata dos conflitos, para resolvê-los heroicamente, Viramundo vive uma seqüência de peripécias acontecidas no Estado de Minas Gerais, contracenando com personagens dos mais variados matizes e comportando-se sempre como o bem-intencionado, o puro, o ingênuo submetido às artimanhas e maldades de um mundo que ainda não está de todo resolvido. Andarilho, louco, despossuído, vagabundo, idealista. Marginal em uma sociedade que não entende e em que não se enquadra, o Viramundo instaura um sentimento de ternura e de pena por todos aqueles que, em sua simplicidade, sofrem o descaso, a ironia, a opressão e a prepotência.
A pureza deste aventureiro é a crítica à hipocrisia das relações humanas em um mundo que perdeu o sentido da solidariedade e da fraternidade. Sua alegria ingênua e desinteressada opõe-se ao jogo bruto dos interesses malferidos, ao conservadorismo e à arrogância. Porta-voz dos loucos, dos mendigos, das prostitutas, o Viramundo conhece os meandros da enganação e da falsidade dos políticos e dos poderosos.
Uma das coisas mais interessantes sobre o livro é o modo como ele é contado. Sabino conta a história como se realmente Viramundo tivesse existido, sendo o autor apenas um biógrafo. Realmente é muito interessante e prende o leitor.
E o autor nos faz questionar a loucura. Qual o limite entre a loucura e a razão. Se é que existe uma divisão, claro. Alguns personagens, que se consideram “normais”, são tão loucos quanto. É um livro que recomendo. Quem gosta de ler consegue devorar o livro em, no máximo, uma semana.Popularity: 2% [?]
Alguns chamam sheesha (egípcios), outros nargileh (libaneses). Usada por séculos para afastar o stress do dia-a-dia, relaxando com amigos e parentes. A Narguila original veio da Índia, mas era bastante primitiva, feita da casca do coco. Sua popularidade se espalhou pelo Irã e então ao resto do mundo árabe. Mas foi na Turquia que a Narguila terminou sua “viagem”, e não mudou seu estilo nos último cem anos.
Infelizmente como outras das delícias do passado, a Narguila sofreu um declínio com a disponibilidade dos cigarros. Fumar Narguila não tem nada a ver com fumar um cigarro; cigarro é para pessoas nervosas, pessoas apressadas. Quando você fuma a Narguila, você tem o tempo para pensar. Ensina-lhe a paciência e a tolerância, além de possibilitar a apreciação de uma boa companhia. Os fumantes de Narguila têm uma visão muito mais equilibrada da vida do que fumantes de cigarro.
A fumaça é claramente muito mais suave do que a do cigarro. Com o uso, a água começa a ficar turva; isso baseado no fato de que a água filtra a fumaça.
A Narguila consiste em quatro partes: a parte de baixo é, normalmente, feita de vidro, onde colocamos a água. Esta peça é conectada a uma outra parte, de bronze, alta que é “o coração” da Narguila. Esta parte pode ser feita de aço inoxidável, ou outros materiais do tipo. É no Rosh, ou Hagar que colocamos o tabaco. A quarta parte da Narguila é o “lai”, a mangueira pela qual se fuma. A Narguila em si é feita de uma variedade dos materiais, que podem ser vidro, bronze, ouro, prata, madeira ou aço, é muito decorada.
Eu tirei esse texto do site: http://www.krafthaus.com.br/narguila
Aproveitei o carnaval e comprei um narguila na 25 de Março. Adoro aquele lugar. Dá para achar quase tudo e por um preço camarada. A minha até que é bonita, com o vidro transparente e detalhes dourados. Comprei o fumo de menta, que é delicioso. Por enquanto só essa, mas pretendo comprar mais.

E me perdoem por mais um post medíocre. Preciso melhorar meus textos, mas estou tão concentrado na leitura dos livros que peguei na biblioteca, que pouco tenho usado a internet. Proximo post vai ser sobre um dos livros que eu estou terminando de ler. Afinal, cultura também é blá blá blá.
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Voltei.
Não pulei o carnaval. Passei viajando. Fui comemorar em uma festa de família, para ser mais preciso.
Já passei vários carnavais na folia. Não fui daqueles que ia pular e no final ficava contando quantas garotas beijou. Alias, se somar todas as garotas que já beijei nos carnavais que pulei, acho que dá para contar todas usando apenas cinco dedos.
Mas nem por isso deixei de me divertir. O importante do carnaval é a alegria de se divertir com seus amigos, independente se você beijou ou não.
E é importante citar que sou tímido, no que diz respeito a “chegar junto”.
Mas no geral, nada contra o carnaval. Espero ano que vem pular em algum lugar legal. Praia, por exemplo.
Este post apenas serviu para tentar justificar a minha ausência. Depois eu posto um texto que tenha algo a ver com o meu blog.
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