Eu estou amadurecendo melhor a minha idéia. Enquanto isso, o blá-bláista aqui foi ao cinema no domingo de noite assistir Uma Noite no Museu. O filme é muito bom, engraçado e bem filmado. Tem uns furinhos na história, mas é perdoável.

Claro que não é um filme que vá fazer você refletir sobre o assunto, mas ele consegue fazer direito o que se propõe: divertir! Mas eu sai pensativo de lá. Por quê? Porque eu fui sozinho. Procurei pessoas para ir junto, mas não consegui falar com alguns e outros infelizmente não podiam devido ao horário.

Então, como quase sempre, fui sozinho.

A parte boa é que eu consegui achar aquela que irei chamar de minha poltrona cativa. É uma poltrona junto da parede lateral e que a frente dela não tem outra poltrona. Pude esticar minhas pernas sem bater na poltrona da frente! A parte ruim é que mesmo sentando no canto, um monte de casais sentaram próximos e ficaram se agarrando durante o filme.

Só serviu para lembrar que minha solteirisse é um fato da vida, e não uma situação momentânea.

E teve algo que me irritou durante a sessão. Aliás, é algo que me irrita sempre que vou ao cinema. O que me irrita? Pessoas falando alto no cinema. Eu pago para assistir o filme, não para ouvir outras pessoas falando. E falando alto, muito alto. Será que é complicado para as pessoas falarem baixo?

Se vocês prestarem atenção irão perceber que os malas de cinema são justamente as pessoas que, só de olhar, você já vê que são toscas. E eles irritaram outras pessoas também.

Ainda bem que durante o filme eles fizeram silêncio e se limitaram apenas a rir das situações do filme.
Mas mesmo assim é um saco. Acho que vou começar a ir de segunda ou terça, deve ir poucas pessoas.