Parafraseando Camisa de Vênus: um dia meu pai chegou em casa, nos idos de 2006. E da porta ele gritou orgulhoso: Hoje chegou a nossa vez! Eu vou ser o maior, comprei um Vectra Sedã 2.0 1994!

Meu pai tem um xodó muito grande por esse carro. Não é um xodó igual de comercial, mas não fica tão longe assim. E só ele pode dirigir, pois somente ele conhece as manhas. E para os filhos, raras oportunidades são abertas. E quando aparecem, são tantas as condições que existem que até desencanamos e usamos o outro carro da familia, que é um Gol bola simples.

Por causa desse amor imenso – e também por não me deixar dirigir – coloquei o carinhoso apelido de Donzela ou Boneca de Porcelana no carro.

E comecei a encher o saco dele. Consegui, de tal modo, que agora eu consigo dirigir mais vezes. Mas mesmo assim se faz necessário ter bons argumentos para pegar a Donzela.

Vocês podem estar com a seguinte dúvida: Por que blá blá blá? É que hoje eu tive que viajar para Limeira, me inscrever na Diretoria de Educação, para que eu possa lecionar aulas. É, sou um professor de Geografia em formação.

Mas voltando ao carro…

Agora eu entendo direito a paixão por esse carro. É realmente um tesão andar com ele na pista. Estável, confortável e econômico!

Mudando de assunto: anteontem, a blogueira Carol postou um texto muito, mas muito interessante. Não vou escrever sobre o que é o texto, vocês terão que ir até lá. No próximo post eu vou dizer para vocês o que acontece quando uma Maria se revolta.

Não entendeu nada do parágrafo anterior? Acessa o blog dela: Silêncio.

Obs.: o post de hoje não tem figura. E nem o próximo terá!