Angry Birds Epic


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Eu até gostaria de falar que Angry Birds Epic é o melhor jogos desses passarinhos que surgiram a poucos anos atrás e se conquistaram o mundo, mas aí eu estaria ignorando certos detalhes, putz, acaba tirando muito da graça do jogo.

Caso você ainda não conheça, Angry Birds Epic é o único jogo da série que tem elementos de RPG na história. Aliás, a história é basicamente a mesma dos outros jogos –  talvez excluindo o Angry Birds Go. O que muda é como ela é contada. Ao invés de porcos em estruturas, o combate agora é corpo-a-corpo, em turnos. Ou seja, você faz seu ataque, o porquinho faz o dele e assim vai até a vida de um acabar.

Cada passarinho tem uma classe diferente, tal qual um rpg. Tem o bárbaro, o paladino, o mago, a druida e por aí vai. As classes são definidas através de chapéus que você consegue ao longo do jogo. E os porcos são inimigos variados, cada um com um tipo de ataque e uma fraqueza. Você precisa montar um time com três pássaros, e vai passando pelas fases. Alias, todas as fases estão localizadas em um arquipélago.

Tal qual os outros jogos da série, ele também é freemium. Freemium é todo e qualquer jogo que você pode baixar gratuitamente, mas dentro dele há vários itens que podem ser comprados com o seu rico dinheirinho. Não que você precise de fato gastar dinheiro, mas com certeza acaba avançando mais rápido na sua jornada. Mas, com muita paciência, você consegue acumular moedas suficiente para comprar os melhores itens. Mas coloca paciência nisso.

Outro detalhe interessante é que algumas fases abre a possibilidade de você pegar emprestado um pássaro de outro amigo que também esteja jogando o ABE. Só que aí rola um problema chato: ele só puxa os jogadores que vincularam com sua conta de facebook. Ele ignora totalmente o game center (ios) ou o google games (android). Dependendo de como são seus amigos, você vai ter poucas opções. E se você for o único que realmente está jogando com vontade, com certeza vai sofrer para escolher os pássaros dos seus amigos, já que os seus estarão em níveis altos.

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É basicamente o que acontece comigo. Sou o único da minha lista que está no level 20, enquanto que só duas pessoas da minha lista estão no level 18. O restante parou em 4, 9 ou 12. Se o jogo puxasse também os jogadores das outras redes, com certeza teria mais opções.

Outra coisa chata é que após terminar a história principal, o jogo disponibiliza mais fases, chamadas de “caverna”. Cada caverna tem uma dificuldade especifica, como fazer os seus pássaros perderem uma certa quantidade de vida após duas rodadas na partida, ou aumenta a vida dos porcos. Mas só. Ah, estava me esquecendo: o level máximo é 25. Depois disso, seu pássaro só fica mais forte se você conseguir armas mais fortes.

Seria bacana também se rolasse uma balanceamento melhor entre os pássaros e o porcos. Muitas vezes os porcos estão claramente fortes demais, o que obriga o jogador a fazer grind (jogar novamente outras fases para ganhar pontos de experiência e subir de level). Vários jogos de rpg fazem isso, só que A.B.E. não tem uma história tão boa assim a ponto de você ignorar isso só para ver o final. É nessa que várias pessoas acabam desistindo de jogar.

Se melhorassem o balanceamento e dessem a opção de jogar offline, com certeza seria o melhor jogo da série. Mas como isso ainda não acontece, vou continuar jogando até atingir o level máximo. Depois paro.

Reiniciando…

Não sei se já disse isso alguma vez, mas este blog nasceu porque no final de 2006 eu levei um pé na bunda.

E por muito tempo eu escrevia aqui o que me dava na telha. Sobre qualquer coisa. De pensamentos doidos, passando por descrever o que eu comi/assisti/li/ouvi até em desabafos sentimentais. Ou seja, só blá blá blá (por isso o nome do blog).

Mas de dois anos para cá eu tentei deixar aqui com uma cara mais moderna, deixar de lado os sentimentos para escrever mais sobre cultura pop ou percepções da realidade. Fiz isso para tentar aumentar a audiência, conseguir alguma grana e para que as pessoas pararem de falar que eu estava me expondo demais na internet.

Ok.

Porém isso foi um erro. A vontade de escrever aqui foi diminuindo, a audiência não aumentou, nunca entrou dinheiro… enfim, o blog foi perdendo a característica inicial. Some a tudo isso o fato de que várias coisas começaram a acontecer na minha vida: fui efetivado no trabalho, entrei no mestrado, minha carga de trabalho aumentou e otras cositas más.

Neste ano a vontade de talvez matar isso aqui começando a crescer. Conversando com o Michel Souza (que escreve aqui as vezes) e com a minha noiva Marcia, percebi que não posso deletar o blog, já que ele faz parte do meu ser. Mas preciso tornar aqui um espaço agradável de novo. Um lugar que eu goste. E que, talvez, vocês também gostem.

Foi por isso que mudei de novo a fuça daqui. Deixar mais fácil de acessar os textos. Dar preferência a escrever aqui do que escrever no facebook. Não deixar pesar muito o fator “o que as pessoas vão pensar” e sim “putz, que vontade que me deu de escrever sobre tal coisa”. Enfim, o retorno as origens que me é tanto necessário.

Por isso, termino este texto dizendo o seguinte: Seja bem vindo! =)

Esse time levou uma goleada e fez algo que assombrou todo mundo!

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Primeiro gol foi contra. Sofreu contra o Chile. Sete a um contra a Alemanha. Três a zero contra a Holanda. Essa Copa inteira mostrou o que muita gente já sabia: essa seleção brasileira era fraca. Muito fraca.

Porém, existe algo que essa seleção se mostrou boa: em chorar. Choram que é uma beleza! Provavelmente deve ter sido o time que mais derrubou lágrimas em campo. E fora de campo também. Um choro de quem não tinha nenhum tipo de capacidade de estar no maior evento do futebol.

Apesar da tristeza de muita gente, agora seria o momento ideal de parar para repensar todo o futebol brasileiro. Replanejar, modificar as regras, mudar as direções, repensar os campeonatos e todas as questões referentes ao futebol. Mas isso não vai acontecer. Não vai mesmo. Quem está no comando da CBF vai continuar lá. Vamos trocar alguns jogadores, colocar outra comissão técnica, voltar a assistir o Brasileirão, aturar os regionais e por aí vai.

Já a Alemanha mostrou que um momento de crise pode ser a oportunidade perfeita para se repensar e trabalhar para melhorar. Está aí o resultado da Copa provando isso.

É uma pena ver que o Brasil, que já foi potência futebolística, de fazer rivais tremerem diante do nosso uniforme, ficará lembrada como a seleção chorona, criada a leite com pera e ovomaltino.

ps.: o título desse post foi só para sacanear mesmo.

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Radiobla #109 – #VaiTerCopa

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Vai ter Copa sim!

Nessa edição do podcast, Wagner Brito e Arthur Franco recebem os convidados Zamiliano, Pablo de Assis e Rodrigo do Quarto Sinistro para conversarem sobre a Copa de Futebol 2014, que acontece aqui no Brasil. Mas não falamos dos jogos e sim dos problemas que aconteceram antes do evento. Atrasos das obras, movimentos sociais, reclamações e tudo mais que envolveu o evento.

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Jack White e seu Ultra LP

Semana passada Jack White apresentou algo que possa – talvez – aumentar a procura por álbuns gravados em vinis. Essa novidade recebeu o nome de Ultra LP. Vamos lá, apresentar as novidades:

A primeira está no lado A. Logo de cara, você vai ter que colocar a agulha do tocar no centro do disco. Ou seja, vai fazer o inverso do que é de costume. Se você nunca fez isso, vou te explicar: a agulha é colocada na borda e vai até o centro. No Ultra LP é o contrário, ou seja, vai de dentro para fora. E após a última faixa a agulha volta para o centro, permitindo que esse lado fique tocando o tempo todo.

Já no lado B é possível colocar duas introduções diferentes para a mesma música. Mas somente na primeira faixa. Jack White gravou uma introdução acústica e outra elétrica, aí dependendo de onde você colocar a agulha, vai ouvir uma dessas introduções. Depois as duas se encontram.

Em ambos os lados é possível colocar música escondidas. Já reparou que no meio do vinil tem um papel com as informações daquele lado que você está ouvindo? Pois bem, ele conseguiu gravar algumas faixas ali e você pode ouvir elas, por cima do papel mesmo. Obviamente a qualidade não é a mesma do resto do disco, mas é bem legal.

No lado A há dois hologramas de um anjo. É algo bem simples, mas fácil de perceber sob determinado ângulo e iluminação. Não que isso seja de fato uma novidade, mas não me lembro de ter visto isso ser usado em um disco musical.

Por fim, provavelmente é o primeiro disco que utiliza as três rotações. Uma faixa está em 45 rpm, outra em 78 rpm e de modo geral roda em 33 rpm. O lado A é polido, devido ao holograma, e o lado B não tem esse acabamento.

Todas essas novidades estão presente no novo album do Jack White: Lazaretto. Em italiano, “lazzaretto” é um hospital de leprosos, mas como o album tem um z a menos, não sei se quer dizer a mesma coisa. Será lançado só em junho, então o jeito é aguardar ansioso pelo Ultra LP. E torcer para que isso vingue e mais álbuns use essas novidades.

No vídeo abaixo você pode conferir a explicação das novidades.

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Minha vida verde – 5 dias

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Neste mês de maio decidi por vários motivos adotar uma dieta vegetariana. Entre eles o maior é a curiosidade de saber se consigo ficar um mês sem comer carne, além dos benefícios de saúde que virão na bagagem.

Nunca tive a necessidade imensa de comer carne todo dia, mas admito que sou fã de um maravilhoso T-bone, picanha, contrafilé, costeleta de porco, frango grelhado, peixe frito etc. São pratos extremamente saborosos, nutritivos e ricos em proteína.

Engraçado notar o quão nossa sociedade está viciada em carne, que quando mencionei a um amigo que iria parar de comer carne por um mês, ele me perguntou por quê que eu tinha raiva da comida. Outra disse sinceramente que não imaginava sua vida sem carne. Isso me fez refletir sobre várias coisas, dentre elas um dos outros motivos pelo qual não comerei carne esse mês: a forma como é produzida a carne. Inclusive nosso ask recebeu uma pergunta pertinente que gerou uma discussão interessante na sala de reunião do blog. A pergunta era “É ético comer carne?”. Juro que não fui eu quem fiz essa pergunta, até porque não tinha contado para muita gente sobre esta decisão, e a equipe do blog ficou sabendo hoje.

Sabemos que quanto à ética, deixamos muito a desejar. Depois que a necessidade de uma boa nutrição passou para uma orgia alimentícia, fundamos uma fábrica de morte onde os animais são criados em condições precárias de espaço, e por vezes sanitárias, somente para nosso bel prazer.

Agora vou relatar como foram os primeiros cinco dias sem carne.

Dia 1: Para resumir foi um dia perdido. Eu ainda tinha um pouco de mortadela na geladeira e justamente por ter durado até o primeiro dia do mês, quando cheguei do trabalho de manhã, cheio de fome, não pude deixar lá para que estragasse e acabei comendo. Mas foi somente esse “deslize” até o momento. Antes de sair comi um delicioso macarrão integral feito pela esposa.

Dia 2: Não lembro direito o que comi, no almoço foi o restante do macarrão e o jantar foi um maravilhoso misto de pizzas. Meia tomate seco com rúcula e metade champignon.

Dia 3: Esse foi o dia da prova de fogo: restaurante a quilo. Procurei um buffet que tivesse boas opções de vegetais e saladas. Como estou inserido na dieta ovo-lacto-vegetariana o impacto sobre o que como não foi tão grande, já que como o nome diz, posso consumir ovos e laticínios. Detalhe foi para a lágrima de saudades de ter passado na parte de churrasco e ter pegado meio quilo (exagero) de coração de galinha. Posso dizer que foi só saudade mesmo, porque a comida estava muito boa e um destaque especial para a combinação de tomate seco com salada de ovos estava ótima, além da muçarela de búfala.

Dia 4: Além de o almoço ter sido macarrão com ovo, assim como o jantar do dia anterior, na refeição noturna, dona esposa surpreende novamente e faz um delicioso arroz de forno com queijo, ovos (misturados ao arroz e cozidos no calor), milho e ervilha. Quase um quiche e mais delicioso do que um.

Dia 5: Quase escorreguei. Indo ao centro para fazer exame períodico do trabalho com um amigo, passamos antes em uma lanchonete para tomar o café da manhã, já que saímos do trabalho às oito. No momento em que iria pedir um pastel chinês, perguntei os sabores e quase, QUASE pedi o de frango, mas depois de um minuto aguardando minha vez, lembrei da dieta e pedi um de queijo com refresco de maracujá. E não me arrependi. O melhor pastel chinês de queijo que comi na minha vida.  No jantar eu fiz minha primeira receita vegetariana (salada não conta), o seitan. Ou carne vegetariana, glutém ou outros nosmes. No próximo post coloco fotos da preparação e a receita. Para terem uma ideia, coloco as fotos.

 

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Recém cozido

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Fatiado

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Radiobla #108 – I Campeonato BLABLAISMO de Stop!

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Stop!

Sim, todo mundo que foi criança um dia já participou de alguma partida de stop! ou adedanha (depende de que região brasileira você mora). Por isso, Wagner Brito, Marcia Chinaglia, Arthur Franco e Rebeca Schutz resolveram jogar o que se tornou o 1º Campeonato BLABLAISMO de Stop! Aproveite e deixe nos comentários quais palavras você usaria para cada letra sorteada, além de rir muito com essa edição.

CONFIRA O JOGO DE CADA PARTICIPANTE
Wagner
Marcia
Arthur
Rebeca

PODCASTS DIVULGADOS NESTA EDIÇÃO
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Todo mundo tem suas dúvidas. Aquela dúvida que te atormenta antes de dormir, que tira o seu sono, sua fome ou qualquer outra coisa.

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