Termos estranhos que fizeram pessoas acessarem o blog

O título longo e pomposo descreve muito bem os termos usados nas ferramentas de busca e – que por algum motivo – acabaram chegando aqui no blog. Abaixo, você poderá ler 10 utilizados e um breve comentário.

- “as letras que as professoras preferem”
As professoras eu não sei, mas os professores preferem qualquer uma que seja legível. Sério, já deixei de dar nota em respostas, em provas, porque eu simplesmente não consegui entender o que estava escrito.

- “meu namorado curte nirvana e eu gosto de bandas screamos”
Vou ser sincero, moça: mais fácil você gostar de nirvana do que ele gostar de bandas screamos. Mas se esse detalhe não atrapalha o relacionamento de vocês, então ignora. Ou procure bandas que ambos gostem.

- “desenho proibido:manara lésbicas no you tube”
Não sei se você sabe, mas o youtube tem uma politica de não permitir desenhos pornográficos. Já pensou em procurar no redtube ou youjizz?

- “como e letra de mao”
É aquela que você usa sua mão. Pode ser a direita ou a esquerda, fica a sua escolha. Se usar os pés, vira letra de pé.

- “interrogaÇÃo”
?

- “missão cumprida”
Parabéns!

- “rebeca gostosa rio claro”
Olha… nunca conheci uma Rebeca lá, não tenho como te ajudar

- “eu quero ficar com o pé roxo como eu faço para tirar um carro”
Para ficar com o pé roxo você precisa derrubar algo em cima dele. Algo pesado. Não muito pesado, senão você vai quebrar. E provavelmente você só quer ele roxo, não roxo e quebrado. Para tirar um carro, tem que ter três desenhos de um carro na raspadinha.

- “mascara chora agora ri depois tattoo”
Hahahahahahahahahahahahahahahahahahahahhahahahahahaha.

- “a vizinha vagabunda da pros filhos do justin”
Recalque. Puro recalque.

Catarse: WeCast, o melhor player de podcast que o android terá!

wecast-app

Fonte: http://mundopodcast.com.br/mobile/wecastapp-android/

Gosta de podcast? Costuma ouvir vários? Tem um iphone/ipod/ipad? O melhor app para você é o WeCast.

O WeCast é um aplicativo pensado justamente para propiciar a melhor experiência ao ouvir podcast. Dentre as várias funcionalidades, a mais legal é que você pode adicionar imagens que ilustram determinado momento do episódio. Quando eu tinha ipod, adorava fazer isso.

O único problema é não ter uma versão para Android. Mas agora isso vai mudar. O Eduardo Baião, criado do aplicativo, começou uma campanha no Catarse para fazer a versão do Android, totalmente pensada para esse sistema operacional.

Além disso, vários outros podcasts estão oferecendo seu apoio premiando – de várias formas – quem apoiar essa empreitada. No link abaixo você pode conferir tudo que vai ser feito e as recompensas.

Clique aqui e saiba mais como ajudar.

Eu havia escrito no facebook o seguinte:

A Radiobla apoia moralmente essa iniciativa. Só não vamos oferecer recompensa pois nosso podcast não tem o que oferecer, além do mais, nossa publicação está bem instável.

Mudei de ideia. Se você ajudar, poderá participar de uma edição do podcast e falar sobre o que você quiser, e ainda por cima pode chamar mais algum amigo(a) para participar. Sei que não é muito, mas no momento é o que podemos fazer.

Angry Birds Epic


Angry-Birds-Epic

Eu até gostaria de falar que Angry Birds Epic é o melhor jogos desses passarinhos que surgiram a poucos anos atrás e se conquistaram o mundo, mas aí eu estaria ignorando certos detalhes, putz, acaba tirando muito da graça do jogo.

Caso você ainda não conheça, Angry Birds Epic é o único jogo da série que tem elementos de RPG na história. Aliás, a história é basicamente a mesma dos outros jogos –  talvez excluindo o Angry Birds Go. O que muda é como ela é contada. Ao invés de porcos em estruturas, o combate agora é corpo-a-corpo, em turnos. Ou seja, você faz seu ataque, o porquinho faz o dele e assim vai até a vida de um acabar.

Cada passarinho tem uma classe diferente, tal qual um rpg. Tem o bárbaro, o paladino, o mago, a druida e por aí vai. As classes são definidas através de chapéus que você consegue ao longo do jogo. E os porcos são inimigos variados, cada um com um tipo de ataque e uma fraqueza. Você precisa montar um time com três pássaros, e vai passando pelas fases. Alias, todas as fases estão localizadas em um arquipélago.

Tal qual os outros jogos da série, ele também é freemium. Freemium é todo e qualquer jogo que você pode baixar gratuitamente, mas dentro dele há vários itens que podem ser comprados com o seu rico dinheirinho. Não que você precise de fato gastar dinheiro, mas com certeza acaba avançando mais rápido na sua jornada. Mas, com muita paciência, você consegue acumular moedas suficiente para comprar os melhores itens. Mas coloca paciência nisso.

Outro detalhe interessante é que algumas fases abre a possibilidade de você pegar emprestado um pássaro de outro amigo que também esteja jogando o ABE. Só que aí rola um problema chato: ele só puxa os jogadores que vincularam com sua conta de facebook. Ele ignora totalmente o game center (ios) ou o google games (android). Dependendo de como são seus amigos, você vai ter poucas opções. E se você for o único que realmente está jogando com vontade, com certeza vai sofrer para escolher os pássaros dos seus amigos, já que os seus estarão em níveis altos.

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É basicamente o que acontece comigo. Sou o único da minha lista que está no level 20, enquanto que só duas pessoas da minha lista estão no level 18. O restante parou em 4, 9 ou 12. Se o jogo puxasse também os jogadores das outras redes, com certeza teria mais opções.

Outra coisa chata é que após terminar a história principal, o jogo disponibiliza mais fases, chamadas de “caverna”. Cada caverna tem uma dificuldade especifica, como fazer os seus pássaros perderem uma certa quantidade de vida após duas rodadas na partida, ou aumenta a vida dos porcos. Mas só. Ah, estava me esquecendo: o level máximo é 25. Depois disso, seu pássaro só fica mais forte se você conseguir armas mais fortes.

Seria bacana também se rolasse uma balanceamento melhor entre os pássaros e o porcos. Muitas vezes os porcos estão claramente fortes demais, o que obriga o jogador a fazer grind (jogar novamente outras fases para ganhar pontos de experiência e subir de level). Vários jogos de rpg fazem isso, só que A.B.E. não tem uma história tão boa assim a ponto de você ignorar isso só para ver o final. É nessa que várias pessoas acabam desistindo de jogar.

Se melhorassem o balanceamento e dessem a opção de jogar offline, com certeza seria o melhor jogo da série. Mas como isso ainda não acontece, vou continuar jogando até atingir o level máximo. Depois paro.

Reiniciando…

Não sei se já disse isso alguma vez, mas este blog nasceu porque no final de 2006 eu levei um pé na bunda.

E por muito tempo eu escrevia aqui o que me dava na telha. Sobre qualquer coisa. De pensamentos doidos, passando por descrever o que eu comi/assisti/li/ouvi até em desabafos sentimentais. Ou seja, só blá blá blá (por isso o nome do blog).

Mas de dois anos para cá eu tentei deixar aqui com uma cara mais moderna, deixar de lado os sentimentos para escrever mais sobre cultura pop ou percepções da realidade. Fiz isso para tentar aumentar a audiência, conseguir alguma grana e para que as pessoas pararem de falar que eu estava me expondo demais na internet.

Ok.

Porém isso foi um erro. A vontade de escrever aqui foi diminuindo, a audiência não aumentou, nunca entrou dinheiro… enfim, o blog foi perdendo a característica inicial. Some a tudo isso o fato de que várias coisas começaram a acontecer na minha vida: fui efetivado no trabalho, entrei no mestrado, minha carga de trabalho aumentou e otras cositas más.

Neste ano a vontade de talvez matar isso aqui começando a crescer. Conversando com o Michel Souza (que escreve aqui as vezes) e com a minha noiva Marcia, percebi que não posso deletar o blog, já que ele faz parte do meu ser. Mas preciso tornar aqui um espaço agradável de novo. Um lugar que eu goste. E que, talvez, vocês também gostem.

Foi por isso que mudei de novo a fuça daqui. Deixar mais fácil de acessar os textos. Dar preferência a escrever aqui do que escrever no facebook. Não deixar pesar muito o fator “o que as pessoas vão pensar” e sim “putz, que vontade que me deu de escrever sobre tal coisa”. Enfim, o retorno as origens que me é tanto necessário.

Por isso, termino este texto dizendo o seguinte: Seja bem vindo! =)

Esse time levou uma goleada e fez algo que assombrou todo mundo!

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Primeiro gol foi contra. Sofreu contra o Chile. Sete a um contra a Alemanha. Três a zero contra a Holanda. Essa Copa inteira mostrou o que muita gente já sabia: essa seleção brasileira era fraca. Muito fraca.

Porém, existe algo que essa seleção se mostrou boa: em chorar. Choram que é uma beleza! Provavelmente deve ter sido o time que mais derrubou lágrimas em campo. E fora de campo também. Um choro de quem não tinha nenhum tipo de capacidade de estar no maior evento do futebol.

Apesar da tristeza de muita gente, agora seria o momento ideal de parar para repensar todo o futebol brasileiro. Replanejar, modificar as regras, mudar as direções, repensar os campeonatos e todas as questões referentes ao futebol. Mas isso não vai acontecer. Não vai mesmo. Quem está no comando da CBF vai continuar lá. Vamos trocar alguns jogadores, colocar outra comissão técnica, voltar a assistir o Brasileirão, aturar os regionais e por aí vai.

Já a Alemanha mostrou que um momento de crise pode ser a oportunidade perfeita para se repensar e trabalhar para melhorar. Está aí o resultado da Copa provando isso.

É uma pena ver que o Brasil, que já foi potência futebolística, de fazer rivais tremerem diante do nosso uniforme, ficará lembrada como a seleção chorona, criada a leite com pera e ovomaltino.

ps.: o título desse post foi só para sacanear mesmo.